Pela
manhã, quando jovens,
fazemos
perguntas sérias
e
importantes;
e só à
tardinha da vida
é que
buscamos as respostas.
A
nossa curiosidade
pode
ser satisfeita
porque
temos a capacidade racional,
a ferramenta da pesquisa,
e a
sede insaciável
da
procura por respostas,
que
sejam verdadeiras,
e nos
satisfaçam.
O que
é decepcionante
para o
ser humano
dotado
de capacidades de conhecimento
e
compreensão é fazer esforço desordenado
que o
leva à dispersão das energias.
Quando
isso acontece,
há o
cansaço, o desanimo a frustração
e até
a inaceitável depressão.
Até
parece
que
estamos nos comportando
como
turistas,
assistindo
belas paisagens
curtindo
o universo,
descomprometidos
com a
situação da família,
da
comunidade,
da
cidade,
como
gente de fora,
que
não ajudam os anfitriões.
Só a
verdade acalma
e
liberta o ser humano.
Portanto,
a lógica a seguir é esta:
colocar-se
a caminho das descobertas,
e dos
princípios, que conduzam
à
posse das verdades
fundamentais
e
definitivas.
Fazer
perguntas
e ir
atrás delas
é
despertar o filósofo
que
existe em todo ser humano
capacitado
para pensar.
Quando
não sabemos usar bem
as
ferramentas que dispomos,
desperdiçamos
energias.
Quantas
verdades escondidas,
ignoradas
ou desprezadas,
que
poderiam ter provocado decisões
que
certamente nos teriam feito andar
por
estradas diferentes,
evitando
conflitos pessoais,
familiares
e mesmo conflitos
e
guerras mundiais.
Passamos
a vida
enfrentando
e vencendo desafios.
Quando
estamos preparados
e
ativadas as nossas capacidade racionais,
e por
isso, capacitados, dizemos:
“Pois
que venham”.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 14/07/2024,
substituindo um texto
publicado em duplicidade.

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