quarta-feira, 27 de julho de 2016

327.- Conduzindo-nos pela racionalidade.




Pela manhã, quando jovens,

fazemos perguntas sérias

e importantes;

e só à tardinha da vida

é que buscamos as respostas.

 

A nossa curiosidade

pode ser satisfeita

porque temos a capacidade racional,

 a ferramenta da pesquisa,

e a sede insaciável

da procura por respostas,

que sejam verdadeiras,

e nos satisfaçam.

 

O que é decepcionante

para o ser humano

dotado de capacidades de conhecimento

e compreensão é fazer esforço desordenado

que o leva à dispersão das energias.

 

Quando isso acontece,

há o cansaço, o desanimo a frustração

e até a inaceitável depressão.

 

Até parece

que estamos nos comportando

como turistas,

assistindo belas paisagens

curtindo o universo,

descomprometidos

com a situação da família,

da comunidade,

da cidade,

como gente de fora,

que não ajudam os anfitriões.

 

Só a verdade acalma

e liberta o ser humano.

 

Portanto, a lógica a seguir é esta:

colocar-se a caminho das descobertas,

e dos princípios, que conduzam

à posse das verdades

fundamentais

e definitivas.

 

Fazer perguntas

e ir atrás delas

é despertar o filósofo

que existe em todo ser humano

capacitado para pensar.

 

Quando não sabemos usar bem

as ferramentas que dispomos,

desperdiçamos energias.

 

Quantas verdades escondidas,

ignoradas ou desprezadas,

que poderiam ter provocado decisões

que certamente nos teriam feito andar

por estradas diferentes,

evitando conflitos pessoais,

familiares e mesmo conflitos

e guerras mundiais.

 

Passamos a vida

enfrentando e vencendo desafios.

 

Quando estamos preparados

e ativadas as nossas capacidade racionais,

e por isso, capacitados, dizemos:

“Pois que venham”.

 

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

Atualizado em 14/07/2024,

substituindo um texto

publicado em duplicidade.

 


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