Pensar, falar, agir ... viver,
são atitudes que expressam
a existência do espírito.
Não se vê o espírito.
Não se vê o vento.
Percebe-se
pelos efeitos,
a existência
destes dois substantivos,
produtores de vida
e mudanças.
Não se vê a vida.
Enxerga-se movimento,
originado da vida.
A água limpa e pura
vem lá das profundezas,
de onde não se vê,
mas se sabe que é assim,
e acreditamos.
Quando o silêncio se impõe,
aceitamos e quase vemos
as propostas do espírito.
Quando nos habituamos
ao barulho,
a confusão permeia,
ofusca nossa visão
e vagamos perambulando
para qualquer lado.
Tudo em nós funciona
na mais perfeita harmonia.
Nosso ser é complexo,
mas é uno,
não obstante
as múltiplas funções
e expressões.
E a paz,
que é fruta
da supremacia do espírito,
mora em nós,
se a permitirmos.
Se não estamos em paz,
podemos recuperá-la,
e reinstalá-la
dentro de nós mesmos,
basta darmos autoridade
para o espírito.
Tem mais autoridade
quem tem mais qualidades.
Nascemos com a paz.
Vivemos em paz.
A paz é nosso lar.
Se estamos em paz,
conosco mesmos,
transmitimos a paz
para quem está perto de nós,
e assim, estamos em paz
com o mundo externo também.
A paz
se sente e se vive
dentro da própria casa,
em nosso íntimo,
na alma,
inundada de amor,
por si, pelos outros
pela natureza toda.
“A pessoaespiritualmente
inteligente
vive todas
as suas relações,
sensações, conhecimentos
e
experiências
a partir do
espiritual,
que englobaa a totalidade
da vida
humana”.
Francesc Torralba
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 18/09/2019
eneaspb@gmail.com

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