domingo, 4 de janeiro de 2015

182.- Jesus Cristo, o Epifânio, manifestando-se na simplicidade.





Epifânio

é o nome do caboclo

vindo lá do interior do Universo.

 

Veio de longe,

de mansinho, ignorado.

 

Juntou-se aos demais,

seus iguais, seus semelhantes.

 

Aproxima-se,

mostra seu rosto, seu nome,

mas esconde mistérios.

 

Esconde,

pois se contar,

ninguém vai querer usar

as exigências do verbo acreditar.

 

Se Ele disse

que é o filho do Deus do Universo,

ninguém aceitará como verdadeira

esta apresentação

e, de novo,

ninguém vai querer usar

as exigências do verbo acreditar.

 

Se Ele não disse nada,

outros dirão,

e então irão atrás das profecias,

para saber de onde veio.

 

Pesquisaram nos livros

e na internet

e descobriram

que o Epifânio

é o filho

da Sra. Manifestação Divina.

 

Agora sim,

talvez escutem a novidade

que Ele tem a contar.

 

Hoje, durante o Fantástico

ou nos Noticiários,

não se falará

de uma notícia extraordinária,

do nascimento de um extraterrestre,

ocorrido há dois mil e dezesseis anos atrás.

 

Ele não veio como turista,

a passeio,

mas com uma missão especial

na qual você está incluído(a).

 

Bem naquela época,

o fato foi tão importante

que dividiu a História em dois tempos:

Antes do Epifânio e depois Dele.

 

Hoje,

o Epifânio é mais um

dos milhões de pessoas desconsideradas

e despercebidas no nosso habitat natural.

 

E, para muita gente,

nada muda,

nada mais atrai,

nada mais é novidade.

 

 

Quase tudo

o que está relacionado

com o Epifânio

é ignorado e desprezado.

 


A rotina anestesia

e esconde

a verdadeira natureza

que está escondida nos anônimos,

nos Epifânios, humanos e divinos.

 

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski.

eneaspb@gmail.com

Atualizado em 22/05/2016. 
 
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário