O ser humano
é unidade (quase) perfeita.
É a mais perfeita
usina
de energia.
É espantosa a
complexidade
da sua constituição.
‘Aparentemente’,
o ser humano
é corpo e espírito.
Sim, aparentemente,
porque o espírito não
é visível,
mas está aí.
Enquanto corpo
está vivendo dentro
de uma faixa
ou espaço temporal,
digamos,
entre os anos 1950 a
2030,
mais ou menos 80
anos.
O ser humano
enquanto espírito
é anterior a qualquer
data,
e não está limitado
pelo espaço nem pelo
tempo,
por ser imaterial,
inespacial e eterno.
É o espírito
que habita o corpo.
Não é o corpo
que habita o
espírito.
Quem é o maior em
capacidades,
este é o maior em
possibilidades.
Se o seu corpo fica
doente
no tempo, hoje, em 2016,
e não existem ainda
remédios,
para curá-lo,
o espírito pode
socorrê-lo
buscando vacinas ou
remédios
lá na frente, digamos
em 2080.
Quanto mais na
frente,
mais evolução,
mais descobertas,
mais soluções
existirão
para muitas doenças
e outros problemas
que hoje nos limitam.
O desafio
então é achar meios
para ir até o futuro
e de lá trazer as
soluções
para os nossos
problemas, hoje.
O corpo, sozinho,
não consegue sair do
lugar onde está.
O corpo está em
situação de penúria,
de decomposição, de
desgastes,
com relação ao
espírito,
sempre em condições
ativas
de progresso.
O corpo
é que dirige
perguntas ao espírito.
O corpo é limitado.
Experimenta limites.
O Espírito tem
respostas
para o corpo. Pode
sair por aí,
pelo pensamento,
viajar, atravessar paredes.
O corpo e o espírito,
juntos,
não conseguem fazer a
travessia espacial,
por enquanto.
O espírito, sem o
corpo,
consegue.
Como?
Assim como existem
múltiplas ciências,
ciências biológicas,
físicas, sociais,
econômicas, ecologia,
etc.,
a ciência do espírito
está dando seus
passos,
evoluindo
continuamente.
Poucas pessoas
conseguem estudar as
manifestações
do poder do espírito.
Mas existem sim,
muitas.
E as outras,
porque não conseguem?
Porque, na lógica,
estamos envolvidos
e vivendo no mundo
visível.
A maior parte desiste
achando que só existe
o que
é visível,
palpável, medível.
Ora, o mundo
invisível
também existe.
Veja os efeitos do
vento,
e acredite na
existência do vento.
Veja os efeitos do
pensamento,
das viagens que o
pensamento faz,
instantâneas.
O pensamento
não ocupa lugar no
cérebro, portanto,
é de ordem imaterial
e espiritual.
A mesma constatação
fazemos com a
consciência
que nos dá atestado
de vida,
posicionamento,
avaliação,
decisões e escolhas e
recusas.
Acredite nesta
realidade.
Desafio-te a
pesquisar
e relacionar todas as
atividades
que se relacionam à vida espiritual.
Vá lá; pesquise.
O mundo do espírito é
invisível.
É neste mundo
que está escondida
ainda,
a ciência do
espírito,
esperando libertar-se
e vir à tona,
prestando os serviços
para a continuidade
da evolução
da pessoa humana.
A evolução
do mundo orgânico e
material
está num elevado
degrau de desenvolvimento.
Bem elevado, quase no
limite,
e ainda não nos
contentou plenamente.
A evolução do mundo
imaterial e invisível
já está em andamento.
São as capacidades
espirituais
que estão na base
das transformações
materiais.
Se a pessoa humana
pensa,
logo traduz seu
pensamento
em atos e
construções.
Se o espírito humano
é vida,
a vida continua
latejando,
criando, explodindo.
Pois bem,
vamos raciocinar um
pouco:
se estamos com alguns
problemas
na área da saúde
física ou psicológica, gostaríamos de restabelecer nossa saúde original.
Se estivéssemos já
com a ciência do
espírito bem adiantada, possivelmente teríamos aprendido
a comer melhor,
a ter mais higiene e
cuidado
com a limpeza e com o
lixo,
teríamos aprendido a
dominar o estresse
e a ansiedade,
teríamos evitado
contato
com as poluições de
todos os tipos,
teríamos construídos
veículos elétricos,
indústrias movidas
com energia eólica,
do mar, da natureza.
Se tivéssemos
aprendido
a socorrer os outros
em suas necessidades,
com as sobras das
nossas mesas,
a miséria já teria
sido excluída
dos nossos
dicionários,
enfim,
teríamos já muita
qualidade de vida,
bem lá atrás.
Se tivéssemos
apreendido
os princípios da vida
espiritual
nos tempos idos, lá
atrás,
possivelmente já
estaríamos
‘atravessando as
paredes’ do tempo.
Já seríamos muito,
muito mais
desenvolvidos.
Mas o que vemos e
percebemos?
– O apego ao
concreto, ao visível, ao palpável, materializou nossos recursos e potencias
espirituais.
- O apego ao
concreto, ao visível, ao palpável, cristalizou as potencias espirituais.
- O apego ao
concreto, ao visível, ao palpável, petrificaram o elemento imaterial.
- O apego ao
concreto, ao visível, ao palpável, levou-nos a perder as fontes, a origem.
- O apego ao
concreto, ao visível, ao palpável, esvaziaram nosso interior do suco original
e encheram de
açúcares anestesiantes.
Se temos dificuldades
para crer nas
realidades invisíveis
é porque teimamos em
continuar trilhando
os caminhos visíveis,
usando as ferramentas
com quais nos
habituamos a trabalhar.
Sabemos que o
espírito existe,
mas não obedecemos às
leis do Espírito,
por isso, estamos
atrasados.
Se estamos vivendo na
era do Espírito,
guiemo-nos pelas suas
leis.
Hoje, é possível
também
contar com a ciência
do espírito
para compreender
a origem e a cura da
depressão.
Se deixamos de
cultivar esperanças,
o pessimismo e o
negativismo
expulsarão do nosso
Jardim do Eden interior,
a paz, a harmonia, a
unidade substancial,
a verdade profunda da
nossa origem
e finalidade divinas.
Atravessar paredes
significa derrubar o
campo energético
das dúvidas
e investir no
potencial do espírito.
Investir tempo e
recursos
neste campo infinito
que abre as portas
para fora da
materialidade.
O que vemos
jamais contentará
espíritos fortes.
O que não vemos
é que fortalece com
nutrientes permanentes.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 24/09/2016.
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