O mundo visível,
finito,
já o conhecemos,
mesmo que superficialmente,
pois que somos,
barro da terra.
O mundo invisível,
infinito,
esconde códigos e
senhas,
e estamos começando
a decifrá-los.
Há ansiedade
insatisfeita.
Há profundidade,
infinita,
na natureza humana,
que só o infinito
pode suavizar,
que só o infinito
pode ‘encher’.
Quero
morar lá,
onde
mora o Infinito.
Algo
em mim impulsiona,
energiza
e anima
o
que tenho de humano,
em
direção a algo mais,
além
deste mundo,
além
do que vejo,
sinto
e percebo.
Algo
condiciona,
e
impulsiona,
meu
frágil ser,
a
expressar-se
mais
do que posso.
Surpreendo-me.
Algo
me anima
a
querer e poder
mais
do que sou.
Eneas Paulo Budel
Bogucheski
Atualizado em 11/01/2019
Atualizado em 11/01/2019

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