Ousemos aventurar-nos.
Atravessemos as nuvens.
Além das nuvens o Sol é permanente.
Queiramos
juntos,
adquirir
a virtude da aventura,
teimosia
ou persistência.
Buscando
o caminho,
e o
alimento certo,
que
contenham
nutrientes
apropriados.
Teimemos
contra a
própria correnteza,
nem que
seja oposição
à nossa
própria natureza.
Não
podemos aceitar,
que a
natureza humana,
nos
reduza ainda mais,
ao
instinto animal.
Não
aceitemos,
passivamente,
entregar-nos
para os
limites.
Não fomos
criados para
permanecer
no mundo do fechado,
do pouco,
do túmulo
lacrado,
da morte
sem sentido,
sem
aberturas,
sem dar
chances,
ao
infinito,
parceiro,
já
presente,
sentido e
experimentado.
O que a
águia foi fazer lá em cima,
atravessando
as nuvens,
só ela e
o Sol?
Ela sabe,
que lá em cima,
não se
encontram alimentos.
Talvez a
curiosidade,
instinto
ou
vocação?
Um lugar,
para um
novo ninho?
Se ela
ouvisse as críticas e sugestões,
de todos
os entendidos da terra,
se
privaria,
do
encontro,
com o Sol.
Eneas Paulo Budel
Bogucheski
Atualizado em 29/01/2019
Atualizado em 29/01/2019
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