Não, nãos somos
só humanos, destinados à morte.
É a imortalidade que busco,
teimosamente.
Nas janelas
abertas
da nossa infância,
existe uma saudade
lá de cima,
do infinito.
No silêncio,
na madrugada,
há uma linguagem diferente,
latente,
nunca sufocada.
Se os dias são claros demais
e impedem nossa visão,
a noite fecha os olhos,
e responde para o coração.
Nas janelas
abertas
da nossa infância,
existe uma saudade
lá de cima,
do infinito.
No silêncio,
na madrugada,
há uma linguagem diferente,
latente,
nunca sufocada.
Se os dias são claros demais
e impedem nossa visão,
a noite fecha os olhos,
e responde para o coração.
Quem sou eu,
na minha infância
inocente?
Sou um ser humano
com potencial espiritual
que olha para cima,
aberto ao ilimitado.
Sou imagem e
semelhança
com o meu Pai, o
Cientista,
o criador da Terra e
dos Céus
que tudo cria, por
amor
para ser eterno.
Prefiro ser iludido
e viver nessa
esperança
a sofrer numa triste
vida
sem saída,
para a imortalidade.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 24/08/2018
Atualizado em 24/08/2018

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