Incompleto,
desconfiando,
interpretando,
e decifrando,
procuramoso céu
como um cão de caça,
farejando.
De
dia,
a
beleza é tanta
que
o sol
limita
nossos olhos.
À
noite,
procuramos,
tateando,
querendo
tocar
com
ajuda dos pirilampos.
Não
é possível
que
esteja tão longe,
Aquele,
que
as emoções esquentam
dentro
do nosso peito.
Quando o dia se vai,
despedindo-se,
troca de roupa,
e com a mesma beleza
que durante o dia,
o sol irradiava,
agora,
de noite,
se mostrará estupendo.
Bilhões de estrelas,
piscarão,
transmitindo
mensagens,
que nenhuma palavra
conseguirá
expressar o que
sente,
quem olha o céu,
encantado.
No Alagado,
o céu se mostra,
ali,
bem pertinho.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 15/11/2018
Atualizado em 15/11/2018

Nenhum comentário:
Postar um comentário