„O essencial
é invisível aos olhos“.
Antoine de Saint-Exupèry.
Já nos desgastamos
demais
correndo atrás de tantas
coisas.
O que é que nos fez bem,
desde que nascemos?
Quais são os valores
que nos tornaram o ‘bem’
que hoje somos?
Já temos sabedoria
suficiente
para avaliar
o que nos é
essencialmente vital.
Hoje, ainda somos muito
humanos.
Porém, essencialmente,
somos mais divinos
do que humanos.
O humano que somos,
esconde o divino
no qual nos tornaremos.
É a essência divina
que já reside em nós
que cria as condições
para evoluirmos,
e conquistarmos mais
qualidades,
e nos abrirmos para
“algo mais”.
Na lógica,
a natureza bruta,
só humana,
nos mantém
na esfera
das experiências
egoístas.
Divinamente,
somos seres amáveis,
evoluídos.
Humanos,
curiosos, insatisfeitos,
com tanta coisa à nossa
volta
e à nossa disposição,
ficamos confusos
e desorientados.
A verdade
é uma das coisas essenciais da vida,
agrada e agrega.
A mentira não agrada.
Não agrega.
A multiplicidade
de aberturas e
oportunidades,
de profissões e
diversões,
de cardápios e livros,
de buscas e encontros
e de caminhos
alternativos
desviam-nos das nossas
metas
e dos nossos ideais
essenciais.
E aí, às vezes, nem percebemos
que estamos meio
perdidos.
Achamos que é assim, natural,
e nos acostumamos com
pouca coisa,
com poucas emoções,
poucas alegrias,
reduzindo potencial,
esvaziando o andar
da poesia.
O essencial
deixa de ter importância
ou passa despercebido.
Os interesses humanos
no dia a dia,
as tarefas múltiplas,
o barulho,
as preocupações
de múltiplas categorias
anestesiam nossas
aspirações,
atrofiam nossa visão,
ensurdecem os ouvidos,
sufocam a sensibilidade,
afogam os altos ideais
nos pequenos riachos
de pouca profundidade.
Quase perdemos
a identidade pessoal.
Quase perdemos o gosto
pelos valores
permanentes e absolutos.
Quase perdemos a órbita.
E a vida
quase fica sem
importância.
Quase perde seu brilho.
E perde, perde sim,
cargas de valores.
Felizmente somos
humanos,
abertos.
E porque somos abertos,
recebemos.
E tudo o que recebemos,
repassamos.
Nossos bens são
universais.
Servem para todos.
Guardar
é próprio dos egoístas.
Quando crianças,
é próprio e natural este
defeito.
Quando adultos,
aprendemos a partilhar.
Quando nascemos,
recebemos um pacotinho
de sementes.
E semeamos por onde
andamos.
Das sementes plantadas
a maioria produz frutos.
E colhemos frutos.
E de novo semeamos.
E damos mais frutos.
Assim é a vida,
cumprido uma missão.
Certamente já tomamos
conhecimento
de que a vida é
importante.
Sobre
o essencial,
há
uma frase famosa do escritor
Antoine
de Saint-Exupèry.
“É
apenas com o coração
que
se pode ver direito;
o
essencial é invisível aos olhos“.
Antoine de Saint-Exupèry.
Aquilo
que é essencial
está
dentro da dimensão invisível.
Não percamos tempo com
ilusões,
com aquilo que não
retribui valor.
Descartemos as capas
e as máscaras inúteis.
Revistamo-nos
da verdadeira
personalidade,
equipado com as
qualidades
que o Heipo revela
existir
em todas as pessoas.
Apliquemos nossos
talentos
na busca e na conquista
dos valores que germinam
o eterno.
Busquemos sem descanso
o Caminho, a Verdade e a
Vida.
Apeguemo-nos ao
essencial.
“A coisa mais
importante na
vida é saber o que é
essencial”.
H. L. Mencken.
“Primeiro o essencial,
significa organizar
e executar
suas prioridades
essenciais.
Significa viver
e ser conduzido
pelos princípios
que você mais valoriza,
não por agendas
e forças à sua volta”.
Stephen R Covey.
“As coisas essenciais
têm prioridade
sobre as que são
meramente importantes,
de modo que as coisas
importantes
só serão tratadas se
forem essenciais”.
Luis J Halle.
“Quanto mais
envelheço,
mais sabedoria encontro
no antigo ensinamento
de fazer primeiro as
coisas essenciais,
um processo
que muitas vezes
reduz os problemas
humanos
mais complexos
a proporções
desejáveis”.
Dwight D. Eisenhower
Achamos que essencial
seja tudo aquilo que
enriquece
e dá brilho e motivação
ao existir.
Então, o amor
é uma das ‘coisas’
essenciais da vida.
Todos estamos
capacitados
com esta ferramenta.
Basta ativá-la
para transformar tudo
o que está à nossa
volta.
O essencial
é investir todas as
fichas
no modo de ser e existir
fundamentado nas leis do
amor.
O amor
é essencial para o ser
humano.
Outro elemento essencial
é a busca da unidade
pessoal,
a integração
de todas as faculdades
e capacidades humanas
que nos unificam e
plenificam.
Veja o exemplo do nosso
corpo humano:
Tantos membros: cabeça,
cérebro, braços, pernas, rins, fígados, coração, pulmão, estomago etc.,
pensamentos, imaginação, sentimentos, emoções, alegria, tristezas ... tudo
dentro de uma única personalidade.
Quando tudo está em
harmonia,
temos a saúde.
Falta algo,
a doença aparece.
Com bom humor,
há alegria.
Com estresse, raiva,
tristeza,
aparecem desequilíbrios,
amarguras, explosões,
divisões e desastres.
Perceba a importância
do equilíbrio e as boas
consequências
que a unidade produz na
vida das pessoas.
Viu?
Só a Verdade
te promoverá
para outros níveis,
e outras dimensões.
Sabedoria
é
procurar construir
uma
filosofia de vida
baseada
nestes três elementos essenciais:
Amor –
Unidade – Verdade.
Voltaremos
em outros oportunidades
com
mais essência sobre os três temas.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 21/02/2016
Publicado no blog Heipo World em 28/08/2014
e atualizado em 21/02/2016. Atualizado em
18/06/2024.
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