a
pedagogia do fracasso;
o
positivo que o fracasso traz;
aprendendo
a interpretar o fracasso
e
o estrago que o pessimismo provoca.
O
pessimista
é
curto de visão,
só
enxerga a escuridão,
o
fracasso e os obstáculos.
Se
alguém fez bem-feito, não elogia.
Se
alguém não fez nada, reage com apatia.
Se
alguém fez e ele não gostou, logo criticou.
E
o bem, o bom, o belo, a beleza,
a
bondade, a arte, onde estão?
É
uma realidade entusiasmante
a
fé, a certeza, que o bem sempre vence,
mesmo
que demore e não apareça.
E
é também uma tendência inata
do
ser humano,
ser
mais pessimista
do
que otimista.
Chama
mais atenção
o
que está acontecendo de errado
do
que aquilo que está dando certo,
mas
não se percebe,
porque
não reduz a velocidade
para
ver melhor.
Se
se chega perto de alguém
que
critica, já se contagiou.
Nem
deu tempo para olhar
pelos
tantos outros lados possíveis.
Ser
pessimista ou fracassado
é
um mau hábito a ser combatido.
É
um erro comum, a ser corrigido.
Sim,
é errado só criticar,
só
ver o que foi malfeito,
ou
de não ter feito nada.
Os
fracassos que acontecem ao nosso lado
também
são nossos fracassos, pois
fazemos
parte do time dos humanos.
Demonstra
falta de compreensão
perceber
que o ser humano
não
é perfeito.
E
é também um desequilíbrio
observar
só o que é defeituoso,
fazer
com que o defeito
apareça
mais
do
que as virtudes.
É
ser por demais pessimista
e
mal-informado,
só
enxergar defeitos.
Deixemos
de lado
a
formação preconceituosa
que
os professores pessimistas
ensinaram.
Ensinaram
sobretudo das guerras,
da
inquisição, das falhas e dos pecados.
Não
ensinaram
a
ler a biografia dos santos.
Não
ensinaram
o
dicionário das virtudes.
Não
ensinaram
sobre
o valor do esforço
e
do sofrimento.
Porque
não foram verdadeiro professores,
não
testemunharam esforço, sabedoria,
respeito
e perseverança.
Fracasso?
Onde?
E
qual é a visão
de
um fracassado?
Será
sempre a visão de um pessimista,
pois
não enxerga as virtudes,
a
claridade, os valores, o caráter,
a
dimensão sagrada de cada criatura.
Diante
de qualquer projeto
o
executor terá como consequência
a
vitória ou o fracasso,
o
sucesso ou o insucesso.
Os
fracassos anteriores fortaleceram-nos,
e
projetam-nos para ideais cada vez mais altos,
pois
confiamos em nossas forças interiores.
Os
fracassados desistem
porque
desconhecem
o
potencial das suas próprias forças.
Os
fracassos anteriores
ensinaram-nos
a teima do reinício,
foram
bons professores,
insistiam,
motivavam-nos
a
recomeçar sempre de novo.
Cada
fracasso é uma aula,
ensina
algo que faltava aprender.
E
se os teus projetos
estão
alicerçados
nos
planos divinos,
jamais
conhecerás o fracasso,
porque
Aquele que comanda,
é
sábio, pois até do sofrimento
e
da morte, extraiu a vitória
do
projeto Redentor da humanidade.
Nós
somos muito mais
imagens
e semelhança divina
do
que imagem e semelhança humana.
É
que a nossa personalidade divina,
aqui
na terra, não aparece.
A
mídia não mostra.
No
mundo visível e no invisível
há
muito mais volume
de
elementos e verdades
para
admirar, valorizar e cultivar
do
que coisas, situações ou eventos
para
termos medo.
No
final, ser otimista é ser realista.
Afinal,
tudo é questão
de
mudanças de hábitos.
Mudança
de visão deste mundo.
Verdadeiramente,
é
questão de evolução.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Criado
e publicado no FACE em 04/10/2023.
Publicado
no Blog Heipo’s World em 31/10/2023.

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