Altaestima. O Eu superior.
Primeiro, comecemos com o reconhecimento
da nossa maior dignidade: somos criaturas,
criados pelo Deus Pai Criador.
Fomos criados dentro de um formato eterno.
Nosso modelo é o Jesus Cristo.
Fomos criados à imagem e semelhança do Jesus Cristo.
E, para que aprendêssemos bem como é este modelo,
Ele próprio, Deus Eterno enviou o seu Filho Eterno
para mostrar para nós o que devemos aprender,
quem devemos imitar, o que deixar de lado,
e, como viver.
O que há de mais caro para cada um de nós,
é a autoestima celestial.
Estamos no mundo, mas não somos do mundo.
Somos lá do alto. Somos cidadãos da eternidade.
Estou falando do EU SUPERIOR.
Como alimentar este EU SUPERIOR?
Voltando ou dirigindo os olhos para o alto,
para o céu, para as estrelas,
olhando e admirando a grandiosidade
do Universo, infinito.
Com o silêncio, com a contemplação da Criação,
da Natureza, com o convívio com as personalidade divinas,
com o cultivo da intimidade filial, a oração, a meditação,
a procura da solidão para refletir, admirar e contemplar.
Como alimentar o EU SUPERIOR? –
Mudando os hábitos egoístas, fechados,
pessimistas, ou críticos, para o cultivo
dos valores internos dos nossos semelhantes,
que também são imagem e semelhança do Redentor.
Olhar para fora, olhar para os outros,
para o próximo, amando-os da mesma forma
como amamos a nós mesmos, servi-los em suas necessidades,
dar-lhes atenção, alimentá-los, vesti-los, dialogar com eles.
Ser um com eles.
O maior pecado das pessoas é desconhecer-se a si mesmos.
A ignorância sobre si mesmo é a causa do atraso,
dos conflitos, das frustrações e depressões,
enfim, da infelicidade.
É o que leva uma pessoa a ser explorada,
a sentir-se inútil, não ver sentido na vida.
Quando não nos conhecemos
a partir da Imagem e Semelhança
com um modelo Divino,
vulgarizamos nós mesmos
e
tudo o mais.
Confundimos as coisas, desperdiçamos energias,
pois desconhecemos nossos poderes divinos,
não alimentando nossa sede de eternidade.
Necessitamos de valores como referência.
Valores eternos.
O ser humano é duplo: tem um EU SUPERIOR
e convive com o EU INFERIOR.
É uno, mas experimenta divisão.
Quando uma pessoa é guiada pela consciência mística,
é o EU SUPERIOR no comando.
Quando uma pessoa é inconsciente,
ela é dominada pelo eu inferior, instintivo, inconsequente.
Está alienada, desligada, fora de órbita,
presa fácil dos meios exploratórios.
Ainda não sou o que devo ser,
por isso sinto-me incompleto
e desequilibrado.
Então, vamos ligar o motor.
Ativar a consciência.
Você está em condições
de perceber o desnível
que há entre o que somos
e o que a nossa consciência atesta
que podemos ser?
Entre o que pensamos
e o que a nossa consciência desperta
consegue perceber?
Entre o que nosso ego
mostra de nós para os outros
e o que a nossa consciência
sinaliza ser verdade para nós mesmos?
Se sim, a humildade divina
se instala na sua personalidade
e o equilíbrio vem vindo de mansinho
e você começa a mostrar o seu lado simpático, desarmado,
atraente
e charmoso, o teu verdadeiro eu,
profundo
e transcendente, aquele que é a imagem
e semelhança com o teu Criador, teu Deus e Pai.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 17/05/2023
Publicado
no Blog Heipo’s World em 25/10/2023.
41
98854-5166

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