Somos
pessoas comuns,
iguais à maioria dos homens e mulheres.
Ninguém destoa
de nenhum outro ser humano.
Somos iguais,
mas carregamos diferenças.
Cada um de nós possui características próprias e
alguns valores individuais, que nos distinguem e nos caracterizam diferentes de
todos os demais.
Cada um de nós, individualmente,
carrega ou é um
único DNA.
Isso é extraordinário.
Isso é fantástico.
Isso é um fenômeno único entre os sete bilhões de
pessoas humanas que estão vivendo no pequeno planeta Terra e os outros bilhões
de seres humanos que não são mais daqui.
Veja que fato extraordinário:
fomos escolhidos e escalados
para jogar no time principal.
Você está no time dos
vivos.
Foi chamado à vida.
Você foi selecionado.
Você está na seleção.
Você consegue ver esse fato como uma ação de um
Deus que se caracteriza como um Pai?
Um Pai que chama para a vida?
E te coloca para jogar no time principal?
Para vencer ou pelo mais,
para ser herdeiro de tudo
o que é Dele?
Se existe este ser que designamos Deus, ele só pode
ser Pai.
Sim, Ele foi revelado como Pai, pelo seu filho
Jesus Cristo que esteve entre nós.
Basta acreditarmos nesta verdade e vivermos de
acordo com esta realidade.
Veja e curta esta verdade:
fazemos parte de um grande time.
Um time de vencedores.
Fazemos parte de uma grande e imensa família, onde
o Deus é nosso Pai e, nós, irmãos.
Somos todos membros
de um mesmo time,
de uma mesma família.
Todos nós estamos revestidos de algumas capacidades
universais que já nos distinguem como eternos.
Então vamos dar shows e façamos nossos gols, e
produzamos expressões de alegria ao nosso Pai que está nos assistindo e aos
nossos irmãos que conosco convivem no jogo da vida.
Quando assistimos a um jogo de futebol, o que mais
queremos ver é um gol do time que torcemos.
E quando o gol acontece, o que mais se evidencia na
expressão do goleador é a explosão da alegria.
Imediatamente a alegria se espalha pelo estádio
todo, entre os torcedores do time que fez o gol.
O sorriso entra em campo.
É a alegria estampada em cada rosto torcedor.
Vamos assistir ao jogo, mas o que de fato queremos
ver são as expressões de alegria nos jogadores e nas pessoas que estão nas
arquibancadas.
Não vamos analisar aqui as expressões dos
perdedores.
No jogo de futebol, há os ganhadores e os
perdedores.
Há também jogos que terminam empatados.
Queremos nos concentrar na alegria.
Esta capacidade que nos distingue de todos os
animais.
Entre os animais, o animal que mais consegue
demonstrar alegria é o cachorro.
O rabo agitado é o sorriso do cão que não aprendeu
a sorrir, apesar da boca grande.
Mas a sua forma de comunicação é eficiente:
consegue demonstrar que está alegre.
O cachorro também demonstra apatia e tristeza.
Mas somos nós, os animais racionais que sabemos que
podemos ser alegres.
E buscamos a alegria onde ela estiver.
De uma coisa não desistimos nunca:
de buscar a alegria
e de procurar companhias alegres,
buscar lugares,
coisas e recordações
que nos tragam a alegria de volta.
Uma das maiores alegrias que a própria pessoa pode
dar-se a si mesma reside no fato de aceitar-se a como é, ou como está, desnudo,
sem máscaras, sem fantasias, sem nada de artificialismos infantis e adúlteros.
Ver e olhar-se como o nosso Pai nos vê, sem
fantasias e sem intenção nenhuma de esconder ou dissipar qualquer incoerência.
O fato de estar existindo
é fator de alegria.
Ter consciência desta alegria
é duplicar a dose de vitaminas energéticas
e motivacionais
para continuar nesta caminhada.
Achar as razões desta alegria, tomar consciência
delas, e, explodi-las em comportamento é o ideal
que o Heipo está propondo.
Um exemplo existiu pisando as terras da Itália, na
pequena cidade de Assis.
Um jovem chamado Francisco, Francisco de Assis
viveu a alegria original.
Neste homem buscamos a fonte da nossa pesquisa
sobre a autêntica alegria.
Assista os filmes sobre a vida dele: Irmão Sol,
Irmã Lua, e, Clara e Francisco.
Leia também algum livro sobre a vida dele.
Podemos afirmar que a alegria, como substantivo,
não existe:
o que existe são pessoas que demonstram alegria.
A alegria não anda pelas ruas da cidade.
A alegria não tem personalidade, as pessoas alegres
sim, demonstram ter uma personalidade brilhante.
As pessoas alegres possuem o dom de alterar o clima
do ambiente onde se encontram.
Estas pessoas são alegres porque são gratas.
A gratidão provoca esta forma especial de
expressão.
O sentimento de gratidão acontece quando nos
reconhecemos como filhos reais e naturais dos nossos pais.
São Francisco de Assis dizia: Louvado seja meu
Senhor, pelo irmão sol e pela irmã lua, pela irmã água e pelo irmão fogo...
É para nós que estas coisas foram criadas.
Não havemos de demonstrar gratidão e alegria?
Seja curioso e descubra alguns aspectos importantes na personalidade do Francisco de Assis.
Leia algum livro sobre ele.
Você não vai se arrepender.
A alegria é a demonstração que a pessoa está com
plena saúde, biológica, intelectual, afetiva e espiritual.
É um sintoma de naturalidade e maturidade.
A alegria é um sinal de que a vida está por aí.
A alegria alimenta e sustenta o entusiasmo.
A alegria é filha da dona esperança, ou é sua irmã.
A alegria é um remédio e um fortificante.
É um ingrediente rejuvenescedor.
O que queremos deixar bem claro é a insistência para tomarmos consciência
de todos os motivos que temos para sermos alegres e fazer de tudo para que o
maior número possível de pessoas humanas, possam estar em companhia desta
alegria.
Este é mais um dos projetos do Heipo.
Você percebeu que está
vivo(a) e que faz parte do time que está em campo.
Tem muita gente torcendo por você, esperando jogadas especiais ou então, a fidelidade às jogadas normais, comuns e simples da vida, mas realizadas com arte.
Você não está na arquibancada, só assistindo.
Você está jogando no time principal, no time dos
vivos.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
eneaspb@gmail.com
"Não há alegria em viver cheio de dinheiro e cercado de pobres. Assim como é incoerente ouvir um cristão dizer que é feliz, quando tantas outras pessoas humanas, filhas do mesmo Pai, vivem como mendigos, sem teto, separados da família, presos, ignorantes, injustiçados, excluídos e órfãos." Discordo em parte deste parágrafo. Não fico alegre por ter dinheiro e apesar de existirem pobres tenho que manter minha alegria de Cristão e fazer o que posso para transformar a vida daqueles que são mais pobres que eu. O fato de ser pobre não pode me transformar em alguém menos feliz, senão os ricos não seriam infelizes em momento algum. Fico triste com a injustiça e não com a pobreza. Conheço pobres felizes e ricos extremamente infelizes. Procure sua felicidade e faça acontecer.
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