domingo, 26 de janeiro de 2014

14.- Impossível. O que para nós é impossível é o novo campo de pesquisas.





        O que é impossível?

        É impossível que o infinito exista?

        É impossível 
        conhecer o desconhecido?

            Entre na sala de espera.

            Enquanto lê este texto,
            aprenda a abrir-se
            para o infinito.


As leituras que fizemos até agora, neste Blog, 
demonstrou muita coisa, muita verdade 
e uma realidade imensa 
que é a dimensão espiritual 
da qual fazemos parte 
e na qual não estamos acostumados a andar, 
ler, discutir ou saborear. 

Por isso, uma pergunta tem que ser feita 
e uma resposta tem que ser dada. 

A pergunta correta para este momento é:  
se tudo o que já experimentamos 
tem sabor de finito 
e não nos preencheu de sentido e significado, 
não estarão lá no infinito 
as respostas que ainda não conseguimos aqui, 
dentro das fronteiras do possível? 

          A resposta tem que ser procurada
       e ela tem que ser respondida.


         Tem lógica, para nós racionais, 
a pesquisa sobre tudo aquilo que ‘achamos’ 
que seja impossível?

Existem teorias psicológicas 
que sustentam o princípio 
que as pessoas nascidas nas montanhas, 
ou em lugares altos, são mais criativas, 
abertas, alegres e esperançosas. 
São mais idealistas, entusiasmadas 
e aventureiras.
Mais abertas, acostumadas com a amplidão, 
lá longe, onde alcança o olhar.

Baseados nesta perspectiva, 
aqueles que moram no alto enxergam mais longe. 
São mais aventureiros. Arriscam mais.


Onde acaba a visão, 
a imaginação continua, 
estendendo, ampliando.


E, as pessoas que nascem em vales, 
em lugares baixos, por sua vez, 
são mais fechadas, pouco comunicativas, 
mais acomodadas, menos aventureiras, 
e desistem dos seus ideais com mais facilidade. 


Se surgiram escritores 
destas duas condições geográficas, 
possivelmente, ao lermos as suas obras, 
saberemos onde nasceram. 

Parece uma questão 
de lógica matemática comportamental, 
fundada na geografia.


Por outro lado, o ser humano é capaz 
de superar as influencias geográficas, 
psicológicas, hereditárias, sociais 
ou quaisquer outras influencias 
devido à capacidade 
de adquirir conhecimentos, 
aperfeiçoá-los 
e aplicar em melhorias 
da sua própria qualidade de vida. 

     É aqui que entra a questão 
se devemos pensar no impossível 
e adentrar-nos nos campos infinitos. 
   
Vamos olhar o impossível 
como aquilo que escapa 
da observação lógica. 


Veremos nas linhas abaixo 
várias reflexões 
procurando respostas para esta visão.  

Algumas coisas 
são consideradas impossíveis para nós
porque pensamos que assim o são. 

Aqueles que moram nos vales, 
nos lugares baixos, assim pensam.

O ato de pensar é uma capacidade pessoal, 
comum a todos os humanos.

Da particularidade pessoal 
em executar esta potencialidade 
decorre como consequência 
que somos frutos dos nossos pensamentos. 


A lógica entre os racionais 
é agir de acordo com os pensamentos.


Mas não é só isso. Ha uma dimensão acima, 
      a dimensão da consciência.


(Veremos textos sobre a consciência, 
mais tarde, em outros textos).

O pensamento lógico 
decorre da coerência entre o pensar e o agir 
elaborado dentro dos princípios 
da verdade e da justiça. 

Entra em campo a ética ou a moral. 
Outra atitude é apenas reação automática. 
Se reagir é uma atitude quase automática, 
a reação permanece dentro da esfera dos instintos, 
dos impulsos.  

Reagir sem pensar revela passividade.

Passividade equipara-se a preguiça mental. 
É desequilíbrio.

Se o infinito é grande e espaçoso, 
ele é, em termos de autoridade,
o maior, o mais competente 
e o mais perfeito.

Tem mais capacidades, 
portanto, é mais perfeito. 

A lógica do pensamento, 
deduzindo das premissas acima, 
é pensar a partir do geral, do maior 
e ir descendo até o particular, 
isto é, até os detalhes. 

De cima enxerga-se o todo, 
o conjunto, o UNO.

Olhando o todo, a partir de uma visão totalizante, 
temos condições de enxergar pedaços,
afinando a sensibilidade,
aguçando os sentidos perceptivos,
percebendo conexões,
diferenças, semelhanças e afinidades

Respondemos à pergunta do título 
“O impossível deve ser pesquisado?” 
afirmando que sem a pesquisa do infinito 
estaremos fadados à extinção 
da espécie humana.        

E permaneceremos nos limites fechados, 
sem saída.

Somos ou nos tornamos aquilo que pensamos. 
Somos frutos do pensamento. 
O próprio pensamento é imaterial, 
extenso, infinito.  


Temos a possibilidade de nos tornar 
aquilo que pensamos ser possível, por enquanto, 
respeitando as leis da física.

Já temos conhecimento da física quântica, 
abrindo-nos as portas, 
rompendo os limites e as fronteiras. 
 
Nossa intenção não é iludir, mas sim, 
insistir na imaterialidade do pensamento 
e demonstrar que se não entrarmos por este caminho, 
acabaremos petrificando nossas capacidades espirituais.
 
E nesta condição acabaremos pensando 
como vivemos e viveremos como pensamos.


As capacidades espirituais 
cabem dentro do infinito 
e se encaixam perfeitamente.

As capacidades materiais 
cabem dentro do finito e se adaptam facilmente, 
adquirindo um modo de vida, admitido como natural. 

É o que os filósofos e teólogos 
denominam de ateísmo ou ceticismo.

Antes de fazer qualquer coisa, 
planejamos mentalmente 
a ação que vamos fazer.

Antes de a ação ser feita concretamente, 
é feita idealmente, 
ou não é uma ação 
legitimamente humana.

Não somos ainda o que pensamos, 
mas podemos aperfeiçoar 
o que pensamos e aperfeiçoar o que somos.

Gostaríamos de viver 
como imaginamos e idealizamos, 
mas acabamos vivendo como podemos.

Este conflito deve servir 
como força e pressão para impulsionar 
nossos projetos futuros. 

Pensar positivamente 
nos leva a assumirmos atitudes positivas 
na vida e a evoluir. 

Pensar negativamente 
é ficar apegado às experiências negativas 
que aconteceram conosco 
e nos amarraram no período 
daquelas experiências.


Ampliar, engrandecer, 
espichar é função do pensamento.

O pensamento
é o lugar do infinito 
na nossa cabeça.

Pensar perfeitamente 
nos leva a viver de uma forma mais perfeita. 

E o contrário também é válido: 
não pensar nada nos mantém estagnados. 

Assim também como pensar 
de forma negativa ou pessimista 
atrofia e reduz nossas potencialidades, 
desvalorizando-nos, diminuindo-nos. 

É assim que limitamos as possibilidades.

A condição humana 
e a vida fácil do mundo moderno 
acomodam-nos.

Começar a pensar o impossível 
exige romper com os velhos hábitos 
plantados pela rotina. 

Convém enfrentar desafios: 
queimar andaimes ou escadas fixas e seguras; 
questionar e quebrar dogmas 
que se cristalizaram 
ao longo dos anos na nossa cachola.

Continuar pensando nas coisas impossíveis 
como impossíveis é manter-nos limitados 
a continuarmos dentro da geografia 
das conquistas do até agora.  

É continuar mantendo atrofiada 
uma das mais importantes faculdades: 
a abertura para ‘algo mais’, 

Abertura para fora do que vemos e tocamos. 
    Abertura para o mundo do invisível. 

        Abertura para o infinito.

Há ainda o depois,
ainda aberto, o ‘algo mais’.

Já temos condições 
de pensar o impossível 
como algo que podemos realizar. 


O impossível só é impossível 
enquanto não o conseguimos 
transformar em possível. 

Não pensar no impossível é desistir antes, 
é ficar no estágio do pré, 
no estágio do até agora, 
do já fechado. 

O impossível está no campo do aberto, 
do infinito, na dimensão sem fronteiras.

É uma porta de saída,
ou a porta da definitiva entrada.

O impossível não acontece 
porque não o permitimos.
Não o permitimos 
porque não ousamos.

Não ousamos porque nos acostumamos 
a ser e a viver como aves que possuem asas para voar, 
mas não voamos. 

Serve o exemplo das galinhas,  
acostumadas com o chão, 
ciscando e andando 
naquilo que está bem próximo aos seus pés, 
mesmo possuindo asas para voar.

Como disse o escritor Leonardo Boff: 
'Somos como as águias: feitos para voar'. 
Feitos para explorar o espaço sem limites. 
Somos como as águias, porém, águias 
que adquiriram a capacidade de pensar. 

Não temos asas, 
mas temos o pensamento que voa 
feito ave perfeita.

O pensamento é uma realidade 
da qual ainda não temos 
muita intimidade e domínio. 

          Sabemos que pensamos. 
          Temos esta experiência. 
          Somos seres frágeis, porém, pensantes. 
          O ato de pensar nos diferencia. 

      Pensar nos transforma em seres capazes 
de usar múltiplas capacidades que nos fortalecem. ‘
Somos frágeis, como caniços, porém, caniços pensantes’
reconheceu o filósofo Blaise Pascal.

      Vamos refletir um pouco 
sobre a capacidade de pensar, 
comparando com outras faculdades humanas. 

Por exemplo, a experiência do prazer sexual 
absorve o corpo todo, todas as células. 

Todas as partes do corpo humano sentem e vibram. 

O prazer sexual está no corpo todo. 

Todo o corpo humano é sexuado. 
Há um envolvimento pleno. 

O ato sexual é o maior exemplo sensível 
do que é sentir-se unificado: 
todo o corpo sente e participa do prazer do orgasmo. 
Não é uma parte, não é só o físico. 
É a pessoa toda, na sua integridade 
que sente o prazer sexual.

A experiência do amor afetivo, 
da paixão amorosa, 
é outra experiência 
que fazemos com o corpo todo 
e com a alma toda. 

Todo o corpo ama. 
Todo o corpo sente sensações 
de esquentamento e participação. 

Há um envolvimento pleno. 
Assim como também o seu oposto, 
a experiência do ódio, 
também favorece esta explicação.  

A experiência do pensamento 
está centrada só na cabeça. 

Às vezes estamos lendo, mas, só lendo. 

Percebemos que não estamos concentrados 
no conteúdo do que estamos lendo. 

Estamos lendo, 
mas estamos também pensando em outras coisas. 

Neste exato momento 
percebemos a experiência da divisão, 
comprometendo a concentração e a memória.

Sabemos por experiência 
que a eficiência está na união 
e na concentração.

Quantos mais elementos unidos no ato de ler, 
mais assimilação e mais aprendizado.
 
Esta ação da leitura 
ou uso da ação de pensar 
deveria ser também como a ação sexual: 
absorver o corpo todo. 

A experiência sexual 
é uma experiência 
de unidade integral do nosso ser. 

É aqui que queremos chegar. 

Perceber a importância 
da agregação de mais elementos no ato da leitura, 
incorporando a emoção naquilo que estamos lendo.  

Imagine-se lendo uma carta 
ou um e-mail da namorada ou do namorado,
ou de alguém que amamos. 

Perceba a diferença. 

Agregou-se o valor da emoção 
ao que está escrito e à imagem da namorada.

Ler concentrado 
é uma experiência de compreensão e assimilação 
e de resultados satisfatórios. 

É uma experiência de unidade e, 
portanto, de conquista, 
de satisfação, de domínio. 

Nesta conquista 
são agregados alguns valores 
como a determinação em concentrar-se, 
a decisão em não desligar-se, 
convocando a participação da memória, 
da imaginação, do interesse, da emoção, 
da paixão e da motivação. 

Enquanto não existir a unidade, 
a possibilidade de êxito está comprometida.


Todos estes exemplos foram trazidos 
para fortalecer a convicção de que a unidade, 
buscada como valor de aperfeiçoamento da pessoa
é ou deve ser um dos objetivos do processo educativo.

Querer o impossível está no domínio da concentração, 
na unidade de todas as nossas faculdades sexuais, 
afetivas, intuitivas, sensitivas, intelectivas e da fé.

Acrescentamos o elemento treinamento, 
repetição, criação do bom hábito. 

O treinamento repetitivo criará hábitos bons, 
até tornar-se filosofia de vida 
e finalizar numa nova ciência.  

Há algo mais
que nossas capacidades mentais
possibilitam conhecer.


Há algo mais do que nossos olhos veem.


Há algo mais
que nossos sentimentos experimentam
e sentem.

Há algo mais
que a fé diz existir e que ainda escapa
das conhecidas capacidades humanas.

Há algo em nós que é sobrenatural,
e que nos ultrapassa e que esconde ‘algo’.


Há algo mais que nos provoca,
atraindo-nos e nos chama
e nos deixa ansiosos.

O que é desconhecido
quer se fazer conhecido.

O que nos mantém presos e inseguros
é a sensação do despreparo.

Se nos sentimos despreparados 
é porque não nos conhecemos o suficiente.

Receamos conhecer o desconhecido 
que promete mais, 
e nos acostumamos com o conhecido 
que não nos realiza.


Algo para nós é impossível? 
Sim, muitas coisas, mas muitas coisas são possíveis. 
Mas até o que é impossível 
tem jeito de ser conquistado.


Tudo depende de empenho, esforço, 
treinamento e perseverança.

Quais são as coisas impossíveis ou difíceis 
que gostaríamos de conquistar? 

Em primeiro lugar, sem dúvida nenhuma, 
é a conquista de nós mesmos.

Isso não é impossível. Pode ser difícil. 
Mas, é uma decisão necessária. 

A descoberta das nossas capacidades 
é de fundamental importância 
para a construção do edifício humano e divino.

O conhecimento no maior grau possível 
do nosso potencial humano 
ajudará para aperfeiçoar 
nossas outras potências.  

O grande desafio do ser humano 
é recuperar a sua unidade existencial.  


Uma das grandes conquistas e aventura 
que o ser humano pode e deve procurar 
é a conquista da unidade do próprio ser. 

A experiência da unidade
dentro da multiplicidade
de órgãos e capacidades que somos,
precisa ser conhecida para ser canalizada.

Caso contrário dispersará energias
e estaremos sempre insatisfeitos
e ineficientes.

Este é de fato um grande e necessário ideal.
E não é uma ilusão.
É uma possibilidade concreta.
É uma tarefa difícil.
Não é impossível.


Cada um de nós pode buscar 
este necessário e indispensável 
‘conhecer-se a si mesmo’.  

Então, de posse deste conhecimento, 
verás que tens condições 
de aprender o manuseio de novas ferramentas 
que nos levará a mais uma etapa 
no caminho evolutivo do aperfeiçoamento. 

Somos perfeitos, mesmo que imperfeitos. 

Somos perfeitos quando dizemos 
que temos todas as possibilidades 
dentro de nós para agir. 

Somos imperfeitos quando, 
tendo as possibilidades, 
não as colocamos em prática 
por preguiça, omissão, 
desculpas, fuga ou ignorância. 

      Temos tudo o que necessitamos. 
Só não sabemos usar ainda 
todos os poderes especiais 
que possuímos na condição de filhos do Deus, 
que é meu e teu Pai.

Não sou e não somos ainda um ser perfeito. 
Mas tenho e temos as condições para chegar lá.

Somos herdeiros dos valores do nosso Pai dos céus. 

Herdamos as condições. 
Alguns usamos bem, 
porque fomos para a escola e aprendemos. 

Aprendemos a escrever bem e a falar bem. 

Podemos aprender a falar outras línguas, 
porque outros aprenderam e falam.

Antes de andar de bicicleta, 
equilibrados em duas rodas, 
achávamos impossível andar de bicicleta. 

Foi necessário subir na bicicleta, 
tentar, treinar, cair alguns tombos e, e não desistir. 
E foram tantas as tentativas, até que aprendemos. 

Para andar de bicicleta 
precisava perder o medo, 
sabendo que alguns tombos iriam acontecer. 

É necessário passar 
pela fase do aprendizado.
 
Adquirir e desenvolver a capacidade do equilibro.  
Mas como, equilibrar-se somente sobre duas rodas? 
Vimos outros dominando esta técnica. 

O equilíbrio existia e como tal, 
também o conquistamos. 

Esta capacidade 
não estava somente nos outros. 

Estava em nós também. 
O equilíbrio existia 
e foi conquistado e dominado. 
Estava dormindo dentro de nós.  
Com esta conquista descobrimos 
que éramos capazes. 


Em cada um de nós, é possível 
que existem possibilidades que ainda 
podem estar dormindo. 
Não foram acordadas 
por falta de estímulos, 
motivações e nobres ideais. 


Para fazer o impossível 
convém perder o medo e ousar.

Saber das possibilidades,
ainda que limitadas, ainda que imperfeitas.


Acreditar em si mesmo;
adquirir e alimentar a fé
desenvolver a capacidade
através de treinamentos,
repetições, e pesquisar outras técnicas.


Sair de si, do próprio mundo. 
Colocar-se a caminho.


Ler e pesquisar o que os grandes cientistas 
fizeram para chegar 
às grandes invenções e descobertas.


Os grandes cientistas e inventores ousaram. 
Viajaram ao futuro e foram em busca do impossível. 
E anteciparam-se ao tempo. 

Trouxeram para o presente algo que viria até nós, 
algum dia, lá na frente. 

O nosso mérito está em apressar a chegada do futuro 
para suavizar o sofrimento de todos nós, no presente.


Se cada um de nós percebe-se incapacitado 
para desenvolver certos dons, 
olhando para nossos semelhantes 
percebemos quantos exibem 
talentos extraordinários.


Ficamos admirados e boquiabertos 
pela destreza demonstrada 
na coordenação das faculdades 
treinadas e aperfeiçoadas por eles. 

Vejam os exemplos dos atletas das Olimpíadas 
e das Paralimpíadas.

Coisas que para cada um de nós é impossível, 
para outros não são. 

Talentos são frutos de treinamentos, 
Repetições e conquistas. 
Resultado de treinamentos 
repetidos todos os dias.

Se nós não fizermos os esforços 
que os atletas fazem, 
o impossível nunca será alcançado, 
mas se quisermos e treinarmos nossas capacidades, 
chegaremos lá.

O que é essencial nesta afirmação 
é que temos as capacidades. 

Isso significa que não estamos fechados.
Não estamos impossibilitados.

Não existe proibição.
Não existe nada que nos impeça.

Queremos um mundo,
um só mundo,
sem fronteiras e sem limites.


   Aceitamos o mundo do impossível 
somente como hipótese 
ou devemos nos inscrever 
para participar desSa aventura? 

Os caminhos fáceis 
não nos dignificam nem nos amadurecem.

Caminhos em direção aos bens compensadores, 
não são fáceis. 


Todas as pessoa estão equipadas 
com a racionalidade. 

Por isso elas tem necessidade de alimentos; 
necessitam também da convivência pacífica, 
conforto, segurança, tranquilidade.

Uma vez superadas estas carências, 
sempre terá esse sentimento 
de que continua faltando algo.  

E aprender a conviver pacificamente 
com essa insatisfação, e sobrevive.

A pessoa equipada com a espiritualidade, 
satisfazendo todas as exigências 
e necessidades primárias ou artificiais, 
continua sentindo fome.

Os caminhos que conduzem aos valores superiores 
exigem esforços, pesquisas, renúncias, 
escolhas e decisões.

Faz parte do pacote da vida 
todas as coisas boas 
e também o sofrimento 
e a incerteza da fé. 

Sentir-se limitado
produz o sentimento de revolta
contra tudo aquilo que não preenche,
não completa, não realiza
e deixa um sutil sentimento de frustração.

A maior de todas as ambições humanas 
é abrir-se ou aventurar-se 
no campo do infinito.

O homem, este ser egoísta, teimoso e fraco, 
permanecendo apenas humano, 
ficará fechado em seus próprios interesses, 
em seu próprio mundo, 
com todas as consequências 
da vivência do seu egoísmo.
 
Permanece na condição de escravo 
e prisioneiro de si mesmo. 

      Vivendo fechado em seus próprios horizontes, 
permanecerá no mundo das fronteiras, 
experimentando por todos os lados, os limites.

Abrir-se para o infinito
é romper as fronteiras e os limites.


É vivenciar os melhores valores
que tens à sua própria disposição.


Estes valores, vivenciados,
provam a existência dos céus.


Existe sim o mundo natural. 
Existe sim, o mundo sobrenatural. 

Poucos leitores conseguiram chegar até aqui. 
O desafio é perseverar, continuar procurando.
 
Só quem persevera até o fim 
conseguirá as respostas 
e as pistas para continuar.

Quem continuar vai encontrar.

Você já leu em algum lugar 
que para Deus nada é impossível

Pois é, está aqui uma das dicas 
para continuar a conquista do impossível. 

Você é filho ou filha do Deus Pai, 
Criador da Terra e dos Céus.

Para conseguir o impossível é preciso ter fé. 
Aquele que tem fé pode tudo 
porque coloca a sua confiança, 
não  só em suas forças, 
mas também no poder do Deus Pai.

       Não há dúvida nenhuma 
que para entrar neste campo, nesta área, 
temos que fazer parcerias, 
importando recursos externos 
e contar com a ajuda do Espírito Santo.

Eneas Paulo Budel Bogucheski

Atualizado em 18/09/2016
Atualizado em 19/04/2026


eneaspb@gmail.com   41 98854 5166









 

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