O que é impossível?
É impossível que o infinito exista?
É impossível
conhecer o desconhecido?
Entre na sala de espera.
Enquanto lê este texto,
aprenda a abrir-se
para o infinito.
As leituras que fizemos
até agora, neste Blog,
demonstrou muita coisa, muita verdade
e uma realidade imensa
que é a
dimensão espiritual
da qual fazemos parte
e na qual não estamos acostumados a
andar,
ler, discutir ou saborear.
Por isso, uma pergunta
tem que ser feita
e uma resposta tem que ser dada.
A pergunta correta para este momento é:
se
tudo o que já experimentamos
tem sabor de finito
e não nos preencheu de sentido
e significado,
não estarão lá no infinito
as respostas que ainda não
conseguimos aqui,
dentro das fronteiras do possível?
A resposta tem que ser procurada
e ela tem
que ser respondida.
Tem lógica, para nós
racionais,
a pesquisa sobre tudo
aquilo que ‘achamos’
que seja
impossível?
Existem teorias
psicológicas
que sustentam o princípio
que as pessoas nascidas nas montanhas,
ou em lugares altos, são mais criativas,
abertas, alegres e esperançosas.
São
mais idealistas, entusiasmadas
e aventureiras.
Mais abertas, acostumadas com a
amplidão,
lá longe, onde alcança o
olhar.
Baseados nesta perspectiva,
aqueles que moram
no alto enxergam mais longe.
São mais aventureiros. Arriscam mais.
Onde acaba a visão,
a imaginação continua,
estendendo, ampliando.
E, as pessoas que nascem
em vales,
em lugares baixos, por sua vez,
são mais fechadas, pouco
comunicativas,
mais acomodadas, menos aventureiras,
e desistem dos seus ideais
com mais facilidade.
Se surgiram escritores
destas duas condições geográficas,
possivelmente, ao lermos as suas obras,
saberemos onde nasceram.
Parece uma questão
de lógica matemática
comportamental,
fundada na geografia.
Por outro lado, o ser
humano é capaz
de superar as influencias geográficas,
psicológicas,
hereditárias, sociais
ou quaisquer outras influencias
devido à capacidade
de
adquirir conhecimentos,
aperfeiçoá-los
e aplicar em melhorias
da sua própria
qualidade de vida.
É aqui que entra a questão
se devemos pensar no
impossível
e adentrar-nos nos
campos infinitos.
Vamos olhar o impossível
como aquilo que escapa
da observação lógica.
Veremos nas linhas abaixo
várias reflexões
procurando respostas para esta visão.
Algumas coisas
são consideradas
impossíveis para nós
porque pensamos que
assim o são.
Aqueles que moram nos
vales,
nos lugares baixos, assim pensam.
O ato de pensar é uma capacidade
pessoal,
comum a todos os
humanos.
Da particularidade pessoal
em executar esta
potencialidade
decorre como consequência
que somos frutos dos nossos
pensamentos.
A lógica entre os racionais
é agir de
acordo com os pensamentos.
Mas não é só isso. Ha uma dimensão acima,
a dimensão da consciência.
(Veremos
textos sobre a consciência,
mais tarde, em outros textos).
O pensamento lógico
decorre da coerência
entre o pensar e o agir
elaborado dentro dos princípios
da verdade e da
justiça.
Entra em campo a ética ou a moral.
Outra atitude é apenas reação automática.
Se
reagir é uma atitude quase automática,
a reação permanece dentro da esfera dos
instintos,
dos impulsos.
Reagir sem pensar revela passividade.
Passividade equipara-se a preguiça
mental.
É desequilíbrio.
Se o infinito é grande e
espaçoso,
ele é, em termos de
autoridade,
o maior, o mais
competente
e o mais perfeito.
Tem
mais capacidades,
portanto, é mais perfeito.
A lógica do pensamento,
deduzindo das
premissas acima,
é pensar a partir do geral, do maior
e ir descendo até o particular,
isto é, até os detalhes.
De cima
enxerga-se o todo,
o conjunto, o UNO.
Olhando o todo, a partir de uma visão totalizante,
temos condições de enxergar pedaços,
afinando a sensibilidade,
aguçando os sentidos perceptivos,
percebendo conexões,
diferenças, semelhanças e afinidades
Respondemos à pergunta do título
“O
impossível deve ser pesquisado?”
afirmando que sem a pesquisa do infinito
estaremos fadados à extinção
da espécie humana.
E permaneceremos nos limites
fechados,
sem saída.
Somos ou nos tornamos aquilo que pensamos.
Somos frutos do pensamento.
O próprio pensamento é imaterial,
extenso,
infinito.
Temos a possibilidade de nos tornar
aquilo que pensamos ser possível, por
enquanto,
respeitando as leis da física.
Já
temos conhecimento da física quântica,
abrindo-nos as portas,
rompendo os
limites e as fronteiras.
Nossa intenção não é iludir, mas sim,
insistir na
imaterialidade do pensamento
e demonstrar que se não entrarmos por este
caminho,
acabaremos petrificando nossas capacidades espirituais.
E nesta condição acabaremos pensando
como vivemos e
viveremos como pensamos.
As
capacidades espirituais
cabem
dentro do infinito
e
se encaixam perfeitamente.
As capacidades materiais
cabem dentro do finito e se
adaptam facilmente,
adquirindo um modo de vida, admitido como natural.
É o que
os filósofos e teólogos
denominam de ateísmo ou ceticismo.
Antes de fazer qualquer coisa,
planejamos mentalmente
a ação que vamos fazer.
Antes de a ação ser feita concretamente,
é feita
idealmente,
ou não é uma ação
legitimamente humana.
Não somos ainda o que pensamos,
mas podemos aperfeiçoar
o que pensamos e
aperfeiçoar o que somos.
Gostaríamos de viver
como imaginamos e
idealizamos,
mas acabamos vivendo como podemos.
Este
conflito deve servir
como força e pressão para impulsionar
nossos projetos
futuros.
Pensar positivamente
nos leva a assumirmos atitudes positivas
na vida e a
evoluir.
Pensar negativamente
é ficar apegado às
experiências negativas
que aconteceram conosco
e nos amarraram no período
daquelas experiências.
Ampliar, engrandecer,
espichar é
função do pensamento.
O
pensamento
é
o lugar do infinito
na
nossa cabeça.
Pensar perfeitamente
nos leva a viver de uma forma mais perfeita.
E o contrário
também é válido:
não pensar nada nos mantém estagnados.
Assim também como
pensar
de forma negativa ou pessimista
atrofia e reduz nossas potencialidades,
desvalorizando-nos, diminuindo-nos.
É assim que limitamos as possibilidades.
A condição humana
e a vida fácil do mundo moderno
acomodam-nos.
Começar a pensar o
impossível
exige romper com os velhos hábitos
plantados pela rotina.
Convém enfrentar desafios:
queimar andaimes ou escadas fixas e
seguras;
questionar e quebrar
dogmas
que se cristalizaram
ao longo dos anos na
nossa cachola.
Continuar pensando nas coisas impossíveis
como impossíveis é manter-nos
limitados
a continuarmos dentro da geografia
das conquistas do até agora.
É continuar mantendo atrofiada
uma das mais
importantes faculdades:
a abertura para ‘algo mais’,
Abertura para fora do que vemos e
tocamos.
Abertura para o mundo do
invisível.
Abertura para o infinito.
Há ainda o depois,
ainda aberto, o ‘algo mais’.
Já temos
condições
de pensar o impossível
como algo que podemos realizar.
O impossível só é impossível
enquanto não o conseguimos
transformar em possível.
Não pensar no impossível é desistir antes,
é ficar no
estágio do pré,
no estágio do até agora,
do já fechado.
O impossível está no campo do aberto,
do infinito, na dimensão sem fronteiras.
É uma porta de saída,
ou a porta da definitiva entrada.
O impossível não acontece
porque não o permitimos.
Não o permitimos
porque não ousamos.
Não ousamos porque nos acostumamos
a ser e a
viver como aves que possuem asas para voar,
mas não voamos.
Serve o exemplo das
galinhas,
acostumadas com o chão,
ciscando e andando
naquilo
que está bem próximo aos seus pés,
mesmo possuindo asas para voar.
Como disse o escritor Leonardo Boff:
'Somos como as águias: feitos para voar'.
Feitos para explorar o espaço sem
limites.
Somos como as águias, porém, águias
que adquiriram a capacidade de
pensar.
Não temos asas,
mas temos o
pensamento que voa
feito ave perfeita.
O pensamento é uma realidade
da qual ainda não temos
muita intimidade e
domínio.
Sabemos que pensamos.
Temos esta experiência.
Somos seres frágeis, porém, pensantes.
O ato de pensar nos diferencia.
Pensar nos transforma em seres capazes
de usar múltiplas capacidades
que nos fortalecem. ‘
Somos frágeis, como caniços, porém, caniços pensantes’,
reconheceu o filósofo Blaise Pascal.
Vamos refletir um pouco
sobre a capacidade de pensar,
comparando com outras
faculdades humanas.
Por exemplo, a experiência do prazer sexual
absorve o corpo
todo, todas as células.
Todas as partes do corpo humano sentem e vibram.
O
prazer sexual está no corpo todo.
Todo o corpo humano é sexuado.
Há um
envolvimento pleno.
O ato sexual é o maior exemplo sensível
do que é sentir-se
unificado:
todo o corpo sente e participa do prazer do orgasmo.
Não é uma
parte, não é só o físico.
É a pessoa toda, na sua integridade
que sente o
prazer sexual.
A experiência do amor afetivo,
da paixão amorosa,
é outra experiência
que fazemos
com o corpo todo
e com a alma toda.
Todo o corpo ama.
Todo o corpo sente
sensações
de esquentamento e participação.
Há um envolvimento pleno.
Assim como
também o seu oposto,
a experiência do ódio,
também favorece esta explicação.
A experiência do pensamento
está centrada só na cabeça.
Às vezes estamos lendo,
mas, só lendo.
Percebemos que não estamos concentrados
no conteúdo do que
estamos lendo.
Estamos lendo,
mas estamos também pensando em outras coisas.
Neste exato momento
percebemos a experiência da divisão,
comprometendo a
concentração e a memória.
Sabemos por experiência
que a eficiência está na união
e na concentração.
Quantos mais elementos
unidos no ato de ler,
mais assimilação e mais aprendizado.
Esta ação da leitura
ou uso da ação de pensar
deveria ser também como a ação sexual:
absorver o corpo todo.
A experiência
sexual
é uma experiência
de unidade integral do nosso ser.
É aqui que queremos chegar.
Perceber a importância
da agregação de mais elementos
no ato da leitura,
incorporando a emoção naquilo que estamos lendo.
Imagine-se lendo uma carta
ou um e-mail da namorada ou do namorado,
ou de alguém que amamos.
Perceba a
diferença.
Agregou-se o valor da emoção
ao que está escrito e à imagem da
namorada.
Ler concentrado
é uma experiência de compreensão e assimilação
e de resultados
satisfatórios.
É uma experiência de unidade e,
portanto, de conquista,
de
satisfação, de domínio.
Nesta conquista
são agregados alguns valores
como a
determinação em concentrar-se,
a decisão em não desligar-se,
convocando a
participação da memória,
da imaginação, do interesse, da emoção,
da paixão e da
motivação.
Enquanto
não existir a unidade,
a possibilidade de êxito está comprometida.
Todos estes exemplos foram trazidos
para fortalecer a convicção de que
a unidade,
buscada como valor de aperfeiçoamento da pessoa,
é ou
deve ser um dos objetivos do processo educativo.
Querer o
impossível está no domínio da concentração,
na unidade de todas as nossas faculdades
sexuais,
afetivas, intuitivas, sensitivas, intelectivas e da fé.
Acrescentamos o elemento treinamento,
repetição,
criação do bom hábito.
O treinamento repetitivo criará hábitos bons,
até
tornar-se filosofia de vida
e finalizar numa nova ciência.
Há algo mais
que nossas capacidades
mentais
possibilitam conhecer.
Há algo mais do que nossos olhos
veem.
Há algo mais
que nossos sentimentos
experimentam
e sentem.
Há algo mais
que a fé diz existir e que ainda escapa
das conhecidas
capacidades humanas.
Há algo em nós que é sobrenatural,
e que nos ultrapassa e que esconde ‘algo’.
Há algo mais que nos provoca,
atraindo-nos e nos chama
e nos deixa ansiosos.
O que é desconhecido
quer se fazer conhecido.
O que nos mantém presos
e inseguros
é a sensação do
despreparo.
Se nos sentimos
despreparados
é porque não nos
conhecemos o suficiente.
Receamos conhecer o
desconhecido
que promete mais,
e nos acostumamos com o conhecido
que não nos realiza.
Algo para nós é impossível?
Sim, muitas coisas, mas muitas
coisas são possíveis.
Mas até o que é impossível
tem jeito de ser conquistado.
Tudo
depende de empenho, esforço,
treinamento e perseverança.
Quais são as coisas impossíveis ou difíceis
que gostaríamos de conquistar?
Em primeiro lugar, sem dúvida nenhuma,
é a conquista
de nós mesmos.
Isso
não é impossível. Pode ser difícil.
Mas, é uma decisão necessária.
A descoberta
das nossas capacidades
é de fundamental importância
para a construção do edifício humano e divino.
O
conhecimento no maior grau possível
do nosso potencial humano
ajudará para
aperfeiçoar
nossas outras potências.
O grande desafio do ser humano
é recuperar a sua
unidade existencial.
Uma das grandes conquistas e aventura
que o ser humano pode e deve
procurar
é a conquista da unidade do próprio ser.
A
experiência da unidade
dentro da
multiplicidade
de órgãos e
capacidades que somos,
precisa ser
conhecida para ser canalizada.
Caso
contrário dispersará energias
e estaremos
sempre insatisfeitos
e
ineficientes.
Este é de
fato um grande e necessário ideal.
E não é uma
ilusão.
É uma
possibilidade concreta.
É uma
tarefa difícil.
Não é
impossível.
Cada um de nós
pode buscar
este necessário e indispensável
‘conhecer-se a si
mesmo’.
Então, de posse deste conhecimento,
verás que tens
condições
de aprender o manuseio de novas ferramentas
que nos levará a mais uma
etapa
no caminho evolutivo do aperfeiçoamento.
Somos perfeitos, mesmo
que imperfeitos.
Somos perfeitos quando dizemos
que temos
todas as possibilidades
dentro de nós para agir.
Somos imperfeitos quando,
tendo as
possibilidades,
não as colocamos em prática
por preguiça, omissão,
desculpas,
fuga ou ignorância.
Temos tudo o que necessitamos.
Só não sabemos usar ainda
todos os poderes especiais
que possuímos na condição de filhos do Deus,
que é
meu e teu Pai.
Não sou e não somos
ainda um ser perfeito.
Mas tenho e temos as condições para chegar lá.
Somos herdeiros dos
valores do nosso Pai dos céus.
Herdamos as condições.
Alguns usamos bem,
porque fomos para
a escola e aprendemos.
Aprendemos a escrever bem e a falar bem.
Podemos
aprender a falar outras línguas,
porque outros aprenderam e falam.
Antes de andar de
bicicleta,
equilibrados em duas rodas,
achávamos impossível andar de bicicleta.
Foi necessário subir na bicicleta,
tentar, treinar, cair alguns tombos e, e não
desistir.
E foram tantas as tentativas, até que aprendemos.
Para andar de bicicleta
precisava perder o medo,
sabendo que alguns tombos iriam acontecer.
É necessário passar
pela fase do
aprendizado.
Adquirir e desenvolver a capacidade do
equilibro.
Mas como, equilibrar-se somente sobre duas rodas?
Vimos outros
dominando esta técnica.
O equilíbrio existia e como tal,
também o
conquistamos.
Esta capacidade
não estava somente nos
outros.
Estava em nós também.
O equilíbrio existia
e foi conquistado e
dominado.
Estava dormindo dentro de nós.
Com esta conquista descobrimos
que éramos capazes.
Em cada um de nós, é possível
que existem possibilidades que ainda
podem estar dormindo.
Não foram acordadas
por falta de estímulos,
motivações e nobres ideais.
Para fazer o impossível
convém perder o medo e ousar.
Saber das possibilidades,
ainda que limitadas, ainda que imperfeitas.
Acreditar em si mesmo;
adquirir e alimentar a fé
desenvolver a capacidade
através de treinamentos,
repetições, e pesquisar outras técnicas.
Sair de si, do próprio mundo.
Colocar-se a caminho.
Ler e pesquisar o que os grandes cientistas
fizeram para chegar
às grandes invenções e descobertas.
Os grandes cientistas e inventores ousaram.
Viajaram ao futuro e foram em busca do impossível.
E anteciparam-se ao tempo.
Trouxeram para o presente algo que viria até nós,
algum dia, lá na
frente.
O nosso mérito está em apressar a chegada do futuro
para suavizar o
sofrimento de todos nós, no presente.
Se cada um de nós percebe-se incapacitado
para desenvolver certos dons,
olhando para nossos semelhantes
percebemos quantos exibem
talentos
extraordinários.
Ficamos admirados e boquiabertos
pela destreza demonstrada
na
coordenação das faculdades
treinadas e aperfeiçoadas por eles.
Vejam os
exemplos dos atletas das Olimpíadas
e das Paralimpíadas.
Coisas que para cada um de nós é impossível,
para outros não
são.
Talentos são frutos de treinamentos,
Repetições e conquistas.
Resultado de treinamentos
repetidos todos os dias.
Se nós não fizermos os esforços
que os atletas fazem,
o impossível nunca
será alcançado,
mas se quisermos e treinarmos nossas capacidades,
chegaremos
lá.
O que é essencial nesta afirmação
é que temos as
capacidades.
Isso significa que não estamos fechados.
Não estamos impossibilitados.
Não existe proibição.
Não existe nada que nos impeça.
Queremos um mundo,
um só mundo,
sem fronteiras e sem
limites.
Aceitamos o
mundo do impossível
somente como hipótese
ou devemos nos inscrever
para
participar desSa aventura?
Os
caminhos fáceis
não nos dignificam nem nos amadurecem.
Caminhos em direção aos bens compensadores,
não são fáceis.
Todas as pessoa estão equipadas
com a racionalidade.
Por isso elas tem necessidade de alimentos;
necessitam também da convivência pacífica,
conforto, segurança, tranquilidade.
Uma vez superadas estas
carências,
sempre terá esse sentimento
de que continua faltando algo.
E aprender a conviver pacificamente
com essa insatisfação, e sobrevive.
A pessoa equipada
com a espiritualidade,
satisfazendo todas as exigências
e necessidades
primárias ou artificiais,
continua sentindo fome.
Os caminhos que conduzem
aos valores superiores
exigem esforços, pesquisas, renúncias,
escolhas e
decisões.
Faz parte do pacote da
vida
todas as coisas boas
e também o sofrimento
e a incerteza da fé.
Sentir-se limitado
produz o sentimento de
revolta
contra tudo aquilo que
não preenche,
não completa, não realiza
e deixa um sutil
sentimento de frustração.
A maior de todas
as ambições humanas
é abrir-se ou aventurar-se
no campo do infinito.
O homem, este ser
egoísta, teimoso e fraco,
permanecendo apenas humano,
ficará fechado em seus
próprios interesses,
em seu próprio mundo,
com todas as consequências
da
vivência do seu egoísmo.
Permanece na condição de escravo
e prisioneiro de
si mesmo.
Vivendo fechado em seus próprios
horizontes,
permanecerá no mundo das fronteiras,
experimentando por todos os
lados, os limites.
Abrir-se para o infinito
é romper as fronteiras e
os limites.
É vivenciar os melhores
valores
que tens à sua própria
disposição.
Estes valores,
vivenciados,
provam a existência dos
céus.
Existe sim o mundo natural.
Existe sim, o mundo sobrenatural.
Poucos leitores
conseguiram chegar até aqui.
O desafio é perseverar, continuar
procurando.
Só quem persevera até o
fim
conseguirá as respostas
e as pistas para continuar.
Quem continuar vai
encontrar.
Você já leu em algum
lugar
que para Deus nada é impossível.
Pois é, está aqui
uma das dicas
para continuar a conquista do impossível.
Você é filho ou
filha do Deus Pai,
Criador da Terra e dos Céus.
Para conseguir o
impossível é preciso ter fé.
Aquele que tem fé pode tudo
porque coloca a sua
confiança,
não só em suas forças,
mas também
no poder do Deus Pai.
Não há dúvida nenhuma
que para
entrar neste campo, nesta área,
temos que fazer parcerias,
importando recursos
externos
e contar com a ajuda do Espírito Santo.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 18/09/2016
Atualizado em 19/04/2026
eneaspb@gmail.com 41 98854 5166

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