domingo, 26 de janeiro de 2014

1.- HEIPO'S WORLD - PROJETO -



HEIPO'S WORLD
É UM PROJETO.

Gostaria que fosse um projétil
mirando o futuro.


Eneas Paulo Budel Bogucheski
Criado em 28/06/1972.
Atualizado em 26/01/2014
Atualizado em 29/01/2016
Atualizado em 05/04/2019
Atualizado em 07/04/2026.
eneaspb@gmail.com  41 98854 5166

Re-Publicado no Blog Heipo’s World 
em 05març2019.

Heipo’s World
é um projeto.

Heipo's World 
é traduzido como
O Mundo do Heipo.

O mundo alegre do Heipo.


Abraça a vida toda,
com tudo o que existe
dentro do pacote 'vida'.


Este projeto
quer revelar o personagem Heipo
que existe em cada ser humano.


Tem por finalidade descobrir,
e revelar
esse ser misterioso
e grandioso
que é o ser humano
em suas dimensões visível
e invisível, como
mineral, vegetal,
animal, humano e divino.


O Heipo é o ser humano
quase perfeito.


É a síntese do Universo.

É o Rei da Criação.

Ele é mais do que aparenta.

Ele é mais do que é.

Ele é o filho do Eterno.


Gostaria de investir nesse personagem Heipo
 transformando-o futuramente num livro,
ou em vários livros, numa coleção,
abrangendo as várias dimensões da vida.


Eis aí, o Heipo.

 Heipo é uma maneira de ser
escolhida como filosofia de vida.


O Heipo é um personagem humano
ou pelo menos, é um tipo de manifestação
de ser, que se sente plenamente humano.


Muito hum-mano.


Perceba a soma das palavras
hum + mano,
quer dizer um irmão,
na nossa língua portuguesa.


O Heipo é uma das melhores partes
do ser humano.


É aquela parte
que tem sede de ser aperfeiçoada,
dilatada, ampliada.


É aquela capacidade
que existe em cada um de nós
com possibilidade de crescer
até o infinito.


Não tem limites
para o seu desenvolvimento.

Ultrapassa
os próprios limites geográficos
e corporais.


Foge do egoísmo.


Não se deixa aprisionar
em preconceitos e desequilíbrios.


Exala-se para fora.


Explode para fora de si.


É uma potência.


Atrai e é atraído.


Supera-se,
 porque se motiva.


Emociona-se
porque possui sentimentos
e emoções.


É aquela parte do ser humano
que se manifesta com alegria,
com entusiasmo,
com brilho nos olhos
e com carinho nos gestos.


É vivo e vibrante.


É aquela parte inocente
que se manifesta
com o coração
e com a simplicidade.


É autêntico e transparente.


Este teu jeitão legal de ser
manifesta que você já o conhece
e é teu amigo de longa data.
De tanta intimidade que há entre vocês,
percebe-se uma única pessoa.


O Heipo
vê as coisas com deslumbramento,
com emoção, com entusiasmo e vibração.


Ele consegue ver
a realidade invisível,
dentro de cada ser.


Sabe que cada ser
 é uma realidade
que quer ser conhecida,
reconhecida,
descoberta e amada.


Ele lê a frase invisível
na testa de cada um de nós:
note que eu existo, me dê atenção”.


O Heipo
é aquela pessoa humana sensível,
que pode ver onde se encontra
o calor humano,
onde há receptividade,
abertura e bondade,
amor, carinho
e um mundo de fantasias,
riso, música, dança, brincadeira
e bom humor.


Há, no Heipo,
um charme
querendo cativar.


Há um aceno
querendo convidar.


Ele caminha
nesta direção.


Ele procura
as potencialidades
que o alimentam.


O Heipo
é filho da dona Terra
e do senhor dos Céus.


É uma criança
que se manifesta
na pessoa adulta.


O Heipo
é aquela parte do adulto
que permaneceu criança.


É aquela parte da criança
que permaneceu inocente,
íntegra e original,
e continua vivo,
atuante, no adulto.


A maioria de nós, adultos,
somos tão assustados,
tão civilizados
que acabamos inventando
uma porção de disfarces
e máscaras
para nós mesmos
e saímos pela vida afora
com um ar sério,
agindo com imponência
e chamamos a isso,
ser adultos.


Eis nós aí adultos,
com nosso trajar adulto,
ocupados com serviços adultos,
apressando os pequeninos
para que se tornem adultos
o mais depressa possível,
querendo que venham
para onde estamos.


Ao mesmo tempo
invejamos as crianças
por serem ainda crianças,
vivendo a dimensão
da gratuidade.


O Heipo
gosta de expressar-se
sem censura e sem rodeios,
pois ele é autêntico,
ele é o que aparece por fora,
revelando o que é por dentro.


É a expressão
da unidade interna,
da harmonia
conquistada
pela firme decisão
de um ideal de bondade
e fidelidade.


O Heipo
sempre teve o bom senso
e o grande dom
de continuar sendo criança,
na criança,
criança no jovem,
criança no homem e na mulher,
trintão, quarentão,
cinquentão ou oitentão.


Ele é o Espírito de infância
tão necessário para crer
no céu e no prometedor dos céus,
para aqueles,
que se fizerem de novo,
crianças.


O Heipo nasce e renasce
da observação e da convivência
com as pessoas portadoras de valores,
do passado,
do presente e alguns personagens
que vieram do futuro
e estão residindo no presente,
neste tempo,
que chamamos agora,
nesta época
que se chama hoje.


Algumas pessoas
já vivem como Heipos.


Anteciparam-se
e vivem hoje
como viveremos
lá na frente.


Pedagogicamente
não adianta insistir
sobre os desequilíbrios
e sobre os erros,
sobre os defeitos
e sobre os problemas das pessoas.
Não é sábio coçar
a ferida
e sim buscar o remédio.


Somos humanos
e por isso ainda somos imperfeitos.
Se nos concentrarmos nos valores
estaremos nos concentrando
nas possibilidades.


Assim como o Heipo
somos portadores de potências
e forças capazes
de nos conduzir às estradas
e caminhos certos,
ao uso das ferramentas
para decidirmos
por atitudes positivas
e libertadoras.


Enquanto formos apenas humanos,
estaremos sempre em vias de aperfeiçoamento,
e, quanto mais desenvolvermos as qualidades
e potências do Heipo em nossa vida,
mais perfeitos seremos.


O importante desta nossa vida
é a busca das soluções,
que existem,
para todos os tipos de problemas.


O que importa
é saber que temos as condições
para resolver os problemas.


Temos as qualidades
e as capacidades,
algumas ainda dormindo,
escondidas ou ignoradas.




O nosso mundo
precisa de novo
reavivar sua alma.


Estamos demais racionalistas
e nos tornamos semideuses.


Estamos preocupados demasiadamente
com o desenvolvimento
das nossas capacidades intelectivas,
racionais, mentais, econômicas,
financeiras e produtivas,
todas voltadas
para a conjugação
do verbo
ter.


Quanto custa
aperfeiçoar esta outra metade,
necessária,
do Heipo?


Qual escola está preocupada
com a educação,
da dimensão,
dos valores do Heipo?


É a nossa, a de hoje,
na qual estamos vivendo,
e totalmente envolvidos.


Tornamo-nos ferramentas
que se medem
pela eficiência e eficácia.


Quando não há uma preocupação igual
pelo desenvolvimento
das nossas capacidades afetivas
e interativas, coracionais
e espirituais,
acarretam consequências negativas
e desastrosas para a nossa vida.


Se ontem ou até pouco tempo
a razão tinha a última palavra,
hoje, a consciência desperta
é que pode dizer,
 com toda autoridade:
"eu sou".


Buscar o equilíbrio
e a harmonia
das nossas faculdades de integração
é o que sonha o personagem Heipo.


O Heipo sabe disso
e procura ser um remédio,
uma vitamina,
um apoio, uma saída,
um escape,
uma válvula
na panela de pressão.


Despertar a consciência
é a meta certa, hoje,
para cada pessoa humana
ser o que é,
na sua essência.


O viver, o sentir,
o saborear, o degustar,
o admirar, o contemplar,
rezar, adorar,
confiar, esperar, crer, amar,
dançar, cantar,
pular, correr,
subir nas árvores,
correr de terno,
andar na chuva,
dar risadas à vontade,
jogar, brincar,
pescar, assobiar,
imitando os pássaros,
brincar com o cachorro,
admirar os peixes no aquário,
e, não esquecendo,
as belezas ambulantes
da natureza viva,
as mulheres,
nós todos e eu.


Todas estas atitudes
e comportamentos
estão na esfera do ser,
do ser Heipo.


O Heipo sonha
em não deixar sem presença
e sem amparo
um só dos corações humanos.


Estas qualidades
estão na raiz
e na essência
da nossa razão
de existir.


É aqui que o Heipo está dormindo
ou semiacordado,
talvez sonhando,
ou já bem desperto.


Sentiu alguma certeza
ou convicção,
ou emoção até agora?


Se não sentiu nada ainda,
continue abanando a poeira
que a rotina deixou acumular
no seu Heipo.


Você percebeu
que o Heipo existe e está vivo,
ou pelo menos, admite que ele vive.


O Heipo
renasce na sensibilidade própria,
na tomada de consciência
desse elemento coexistente
no coração da própria vida:
o dom da Vida.


É ele que ilumina
o chão onde pisamos.


É ele que dá sentido
ao caminhar.


Dá sentido
à vida que temos.


Talvez a complicação
ou confusão
ou emaranhado de coisas,
em que estamos submergidos
esteja atrapalhando nossa visão.


Talvez a solução
seja simplificar.


Ou escolher.


Onde está a simplicidade
em nossa vida?


Se não estamos com ela,
quem está ao nosso lado percebe.


Se reconhecemos
que dela precisamos
como companheira diária,
tratemos de encontrá-la
ou de reencontrá-la.


Caso ela não nos acompanhe,
enterraremos o Heipo mais uma vez,
neste dia, e frustraremos nosso dia
da sua finalidade última:
vibrar, cantar, expandir-se,
contagiar, provocar inveja
de quem ainda não conhece o Heipo.


Se encontrarmos a simplicidade,
o Heipo ali estará.


Ah!, a simplicidade
do espírito de infância,
nasce da inocência, da coerência.
Nasce na esfera do espírito.
Nasce das coisas engraçadas,
isto é, das realidades todas
que estão prenhes de graças.


Procurando nos enfeitar,
perdemos nossa beleza natural.


O Heipo
não é da família
dos desgraçados,
isto é, dos sem graça.


O Heipo
é a dimensão da poesia
que existe em nós.


Reflita
sobre tudo o que acabaste de ler
e tome algumas decisões.


Veja quem mais faz parte
desse time
e filie-se a eles.

Monte um time,
o time do Heipo.
Você tem amigos Heipos
de montão.


Firme-se em algumas metas
a respeito do teu próprio Heipo.


Empenhe-se em transformar
o cenário desta terra
com uma nova maneira de ser
no palco em que estamos.


Interprete o teu verdadeiro papel
com a originalidade
que o Heipo te oferece
e serás um astro.


Darás shows fantásticos,
pois estarás vivendo,
interpretando já,
um personagem do futuro,
um personagem divinizado.


És de fato,
filho do dono do mundo,
do Criador dos céus e da Terra,
de todas as coisas,
visíveis e invisíveis.


Vamos Heipo.
Vamos andando,
com charme,
entusiasmo e vibração.


Na vida,
percebemos algumas pessoas
diferentes.
São ou foram alunos do Heipo.


Percebemos como ele se manifesta
e ousamos cultivá-lo.


Desde que a gente possa sorrir,
desde que cada um de nós ande,
mexa-se, movimente-se, gesticule,
desde que cada um de nós
esteja e sinta-se vivo
e creia na vida,
desde que cada um de nós
semeie e cultive
a semente da bondade
no jardim ou na horta
da própria casa,
na chácara, na lavoura,
no comércio,
na indústria, no trabalho,
nas ruas da vida,
colheremos os frutos
e faremos render os talentos
da nossa personalidade.


Ele é muito pouco conhecido,
ou melhor, muito pouco cultivado,
ou melhor ainda,
muito pouco alimentado,
isso talvez esteja enfraquecido.


Na horta da vida, os pepinos,
as abóboras e os abacaxis
dão mais ligeiro
e nem precisam
de cuidados especiais.


Pepino
 é um alimento de difícil digestão.
Os pepinos
são as preocupações inúteis
da nossa vida,
que como mato,
sufoca o Heipo.


Na nossa horta
quase não dá moranguinho.
Dá muito trabalho cultivá-los.
Mas é ótima sobremesa.


Assim é o Heipo:
é o moranguinho
da nossa vida.


O Heipo
gosta de receber
cuidados especiais.


Ele quer ser cultivado
em sua própria personalidade
para que você se sinta mais completo,
para que você encontre sentido
ou razão de existir,
e sinta-se como uma lâmpada
que a todos clareia
e facilita o andar.


Convém
 incentivar o Heipo
a expressar-se.


Primeiramente
é necessário plantá-lo,
replantá-lo,
aguá-lo e alimentá-lo
com as vitaminas próprias.


Como acontece
com o cultivo das flores
é necessário cultivar
e dar assistência
às necessidades de vida
destes elementos.


O Heipo se manifesta
depois de um ato de generosidade
ao dar uma esmola a um necessitado.


Ele se manifesta
depois de um perdão dado
a uma ofensa.


Manifesta-se
depois de um esforço perseverante
em tentar subir
um degrau
em busca de um ideal maior.


O Heipo
se manifesta
depois de um encontro
com um amigo
ou com uma pessoa querida
que muito nos ajudou.


O Heipo se manifesta
depois de uma interiorização
ou depois de um abrir-se
à profundidade da própria alma,
onde está escondida,
empoeirada ou sufocada
a saudade eterna do Deus Pai.


A saudade do Deus Pai
é aquela sutil insatisfação
que sentimos de vez enquando
perante esta vida que vivemos
e que nos faz perguntar
pelo sentido da vida
ou pelo significado
de tudo que existe.


É o Heipo querendo reagir,
viver, expressar-se.


O Heipo
vem sempre se apresentando
como uma Recompensa.


Ele se revela
depois que você volta da Igreja,
depois da oração,
depois do diálogo gostoso
com seus amigos.


O Heipo
se revela como prêmio.


Quando o Heipo é atrofiado,
sufocado, desvirtuado
e por isso, despersonalizado,
ele procura compensar o vazio,
no desvio.


Quando uma pessoa
desconhece o Heipo,
ignora sua maneira ideal
de viver
e vai vivendo de qualquer jeito,
acostumada com as lamentações,
com as tristezas,
com o pessimismo
e o derrotismo.


Amargurada,
amargura a vida dos outros.
Torna-se uma pessoa insatisfeita
com tudo, dividida,
desnorteada,
pesada, uma ‘mala’,
com a qual
não encontra companhia
que lhe satisfaça.


Insegura, vive como órfão,
sem pai nem mãe, sem irmãos,
sem companheiros de caminhada.


Onde foi parar
o encanto da vida?


Para onde mandaste
o divertimento,
o pique nique,
o passeio em família?


Porque a música clássica,
a orquestra, o violino,
o sax já soa tão distante?


“Em verdade vos digo:
“Se não mudardes
e não vos tornardes
como as crianças,
de modo algum entrareis
no Reino dos Céus”,
e, portanto, não desfrutarás
das alegrias mais puras
e não receberás
os presentes mais desejados
pelas crianças e, portanto,
perderás os maiores dons
que lhe foram destinados.
Mateus 18,3


Uma vez desperto,
o Heipo
é aquela esperança
de que as coisas
comecem a melhorar,
para si e para os outros
e para toda a humanidade.


Onde existe um Heipo
desperto nalguma pessoa,
ali a história
toma uma direção definida
e construtiva.


Quando o Heipo desperta,
tudo começa a andar nos trilhos.


Tudo recomeça
a dirigir-se naturalmente
para o seu fim:
a realização máxima
das suas potencialidades
em direção à perfeição.


Em todas as criaturas
existe um princípio
de finalidade intrínseco
dentro de si,
como a força da semente
em querer explodir.


O Heipo
é a tendência natural
das pessoas,
para a bondade,
para a verdade,
para a beleza,
para a dignidade,
para a sacralidade,
para a perfeição,
para a imortalidade.


‘Imortalize-te
o quanto te for possível,’
é a máxima vivida pelo Heipo.


O Heipo
frequenta as escolas da vida.


O Heipo é um aluno esforçado.
Sabe que é bom e construtivo,
é sábio seguir os caminhos da vida
através da escola da Moralidade e
da espiritualidade.


O Heipo
frequentou todas as escolas.
Até fez vestibular.


Foi para a Universidade,
mas frequenta simultaneamente
a escola da vida.


Enfrenta as dificuldades
da escola da vida
como oportunidades
para colocar em prática
suas capacidades,
seus talentos,
suas mãos,
sua criatividade,
suas estratégias
de relacionamentos suaves,
alegres e otimistas.


Seu entusiasmo
chama a atenção
dos que estão próximos a ele.


Sua vitalidade
se esparrama por onde passa,
contagiando os desanimados
e deprimidos.


O HEIPO
se apresenta na linha do SER.


O fazer é expressão do ser,
são consequências, manifestações.


O saber
é adquirido
pelo observar e refletir.


O saber do Heipo
é conquistado pelo ouvir,
pelo ler, pelo pesquisar,
pelo dialogar,
pelo andar
junto com outros Heipos.


Cada ser humano
que passa ao seu lado
é um professor,
um mestre,
um ser original
de quem tem algo a aprender.


Respeita-o
pela dignidade
do seu simples existir,
do carregar
um nome e um sobrenome,
por estar convivendo com ele
neste cenário da Terra,
lugar tão pequeno
deste Universo sem fim.


O Heipo
olha para o céu
e para as estrelas.


O Heipo é um ser aberto,
curioso, ansioso e teimoso.


Quer pegar as estrelas
com as mãos.
Fica horas e horas
olhando para as estrelas
que vem se mostrar a ele
durante as noites.
E ele não perde a oportunidade
de ficar olhando para elas.
Quantas mensagens
elas lhe transmitem.


O Heipo não é só terráqueo,
é também, celestial.


O Heipo é filho da dona Terra
e do senhor Céu.


Ele é aquela qualidade divina
que se instala na pessoa humana
que se abre para esta esfera presente
de forma invisível.


O Deus do céu
precisou do homem da terra
para encarnar-se.


É o Deus que precisa do homem
para expressar-se
de uma maneira futura
no presente.


O Heipo é aquela graça,
aquele jeito de ser
igual ao do Deus Pai,
Criador, Gerador.


Aquele personagem divino
que se manifesta
na pessoa humana
que é consciente
de ser Filho
do Deus Pai
e Herdeiro dos Céus.


O Heipo
é um personagem meio estranho,
meio diferente, meio teimoso.


Ele quer viver nas pessoas,
no mundo e em todo o universo.


Ele quer ser a expressão do coração,
quer ser a manifestação do Espírito
que tudo vivifica
e enche se esperanças
e projeções.


Cultivar o Heipo.


Dar chances
para que o Heipo se manifeste
é uma condição de saúde
e de equilíbrio
e de complementariedade.


Se você não libertar o teu Heipo,
ele se fechará, ele se guardará
e você não sentirá mais,
não vibrará, não cantará,
não achará graça em nada mais.


O filme da sua vida
deixará de ser colorido,
a sorte não mais lhe sorrirá
e os teus olhos deixarão de brilhar.


Não, não quero ser pessimista.
Pelo contrário, quero ser realista.


O real quero te mostrar.


Não quero
que montes na ilusão,
nas mentiras,
que te mantém dormindo,
e te acostumam,
a cavalgar na irrealidade.


O Heipo
não é apenas uma criação
da minha imaginação.


Não é fantasia
nem idealismo virtual.

O Heipo
é algo concreto que existe em você,
ainda sonolento, desejando acordar,
e começar a viver.


Você sente
uma vontade incontida,
de soltar,
expressar algo,
que está quase na sua garganta,
querendo liberar uma alegria intensa.


Algo, um sentimento,
quer brotar, sair, explodir,
do fundo da própria personalidade,
com toda força e entusiasmo,
significando satisfação e completude.


Não é possível morrer de sede
no meio de tanta água fresca.


Quando um jogador de futebol
faz um gol,
veja em seu semblante,
a expressão de alegria plena.


Quando um tenista
completa os pontos
e encerra a partida,
uma força a mais,
ainda restava lá dentro,
para vibrar.


Quando um maratonista
completa o percurso.


Quando fazemos aniversário.


Quando nasce um filho.


Quando tiramos nota 10
num trabalho escolar.


Quando somos reconhecidos
e elogiados pelo nosso trabalho,
enfim,
quantos momentos
já experimentamos
e que mereceram o grito: HHHHHEEEEIIIIIPPPOOOO.


Vamos, liberte o Heipo
e sejamos verdadeiramente
os sujeitos da construção
da qualidade de vida pessoal.

A nós
foi confiada
a vida.

Estamos vivendo.

Estamos
no palco dos vivos.

Não estamos
nas arquibancadas.


Não estamos mortos.


Estamos todos revestidos
de dons,
de qualidades,
de capacidades
para a bem,
para o bom,
para a beleza.


       No fundo no fundo,
o Heipo
é a expressão da alegria.


É a maneira de expressar,
com alegria e gratidão
a maneira ideal
de sere viver.



Você experimentou diversos sentimentos enquanto lia estas linhas.


Se você leu este texto como testemunha de si mesmo, percebeu quantas variáveis de pensamentos e comportamentos podemos ter, e as consequências que criamos para nossa vida.  


Escolha viver um padrão de vida,
no estilo do Heipo.



Eneas Paulo Budel Bogucheski 

Criado em 28/06/1972

Atualizado em 26/01/2014
Atualizado em 29/01/2016
Atualizado em 05/04/2019



Seja um Heipo corajoso(a).

Comente comigo este texto. 
eneaspb@gmail.com 
 



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